O presidente da Pública Central do Servidor (www,publica.org.br) , Nilton Paixão, comenta o atual momento político e como está em condições frágeis a institucionalidade do país. Veja o vídeo:
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A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministra Carmen Lúcia, está analisando a possibilidade de convocar as Forças Armadas e fechar o Congresso Nacional.
A advertência foi feita pelo senador Randolfe Rodrigues, que assevera que a situação é extremamente grave, a República caiu e o número de autoridades implicadas é enorme.
No aúdio, Randolfe assegura que Temer não tem condições de continuar no cargo, Rodrigo Maia corre o risco de ser preso e Eunício Oliveira vai virar réu.
Veja abaixo.
da Redação
Nota da Redação: O Jornal da Cidade Online recebeu o vídeo de uma fonte tida como confiável, que garante que a gravação foi feita pelo senador do Amapá. Entretanto, Randolfe num novo vídeo desmentiu que fosse o autor. Fica o registro.
Começou em Campo Novo do Parecis o movimento Maio Amarelo. A campanha tem como objetivo chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes no trânsito em todo país. No final da tarde desta quinta-feira (25), o Departamento de Trânsito do município com o apoio das polícias militar e civil, SAMU e o Clube de Desbravadores, fizeram uma blitz na entrada principal do bairro mais populoso da cidade, o Jardim das Palmeiras. Com carcaças de veículos danificados por envolvimento em acidentes reais, os vários motoristas que passavam pelo local eram abordados e recebiam orientações sobre o movimento Maio Amarelo. “Vamos ter responsabilidade e consciência de que o trânsito é vida!” – dizia o Assessor de Transporte e Trânsito, Rodrigo Ferreira dos Santos a um condutor.
Os acidentes de trânsito provocam a morte de mais de três mil pessoas por dia e custam ao mundo US$ 65 bilhões anuais, informou nesta sexta a Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV). Essa cifra representa mais do que toda a ajuda destinada aos países pobres, lembrou a organização às vésperas da primeira Conferência Mundial sobre Segurança Viária, que será realizada nesta semana que vem em Moscou. Além disso, para cada morte no trânsito, entre 20 e 30 pessoas ficam incapacitadas, em muitos casos de maneira permanente.
A cor amarela foi escolhida em alusão à sinalização de advertência utilizada nos semáforos, por isso na campanha ficou conhecida como a cor de atenção pela vida. Assim como as campanhas de conscientização no combate ao câncer de mama, próstata e contra o vírus HIV, o Maio Amarelo tem o laço na cor amarela como símbolo do movimento.
A via que dá acesso ao Congresso continua interditada e apenas servidores estão liberados para passar pela barreira. Segundo alguns militares que estavam na via N2, atrás do Palácio do Planalto, às 13h30 um grupo permaneceria no local para fazer a segurança do palácio até às 9h de sexta-feira (26).
Segundo a nota emitida pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, “restabelecendo-se a ordem, o documento será revogado”. O presidente Michel Temer reuniu na manhã desta quinta-feira (25), no Palácio do Planalto, ministros de seu núcleo político para discutir a eventual saída dos militares de Brasília.
Às 10h44, o presidente revogou por meio de uma edição extraordinária do “Diário Oficial da União”, o decreto que autorizou o uso de tropas das Forças Armadas na Esplanada dos Ministérios.
Para o Secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Edval Noaves, desde a noite desta quarta-feira (24), a ordem foi restabelecida em Brasília. Em entrevista a TV Globo nesta quinta-feira (25) ele afirmou que situação na capital já está normalizada.
Fonte: G1
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O SSPM vem através de seu site, tornar a público a decisão de sua presidente, Sra. Jerusa Pinto Pinheiro de acionar judicialmente com processos administrativo, civil e criminal o atual secretário de finanças, Sr. Jaime Luis Ott do município de Campo Novo do Parecis. As ações propostas pela presidente do sindicato foi motivada após relatos de um comportamento destemperado (incompatível para alguém de sua idade e ocupante de um cargo tão importante dentro da administração pública), onde o senhor secretário no dia 11 do mês vigente por volta das 14h, durante o expediente ofendera a dignidade ou o decoro da mesma (consta processo administrativo n° 1287/2017), usando palavras ofensivas a sua moral e ainda dizendo que qualquer assunto a ser tratado pelos servidores com ela [Jerusa] tem que ser do lado de fora da prefeitura. Não bastando o ocorrido, o secretário ainda ameaçou um servidor público integrante da Fiscalização, dizendo que o transferiria para outro local de trabalho se o servidor insistisse em receber a Sra. Jerusa nas dependências da Fiscalização. Há ainda mais dois processos protocolados contra o Sr. Jaime nas esferas Civil por ação de danos morais e criminal por assédio moral.
A OAB vai protocolar esta semana, na Câmara dos Deputados, o pedido de impeachment do presidente Michel Temer. No fim de semana, a Ordem dos Advogados do Brasil concluiu que Temer cometeu crime de responsabilidade.
Em cinco dias, nove pedidos de impeachment foram protocolados na Câmara por causa da delação da JBS e, pelo menos, mais um vai aumentar essa lista.
É o pedido da Ordem dos Advogados do Brasil, aprovado na madrugada de domingo (21). A defesa do presidente chegou a pedir o adiamento, mas não adiantou.
Representantes da OAB de 24 estados e do DF votaram a favor de um pedido de impeachment. Só o do Amapá foi contra e o do Acre não votou.
A OAB concluiu que Temer cometeu crime de responsabilidade e cita duas conversas comprometedoras gravadas pelo delator Joesley Batista. Uma delas é a que o empresário diz a Temer que está segurando juízes e um procurador. O outro trecho é o que Joesley pede ajuda para resolver assuntos pendentes no Cade, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica.
Para a OAB está caracterizado um favor pessoal, incompatível com o cargo de presidente da República. O presidente da Ordem, Carlos Lamachia, diz que não há mais condições para Michel Temer permanecer no cargo.
O pedido de impeachment será entregue à Câmara e caberá ao presidente, Rodrigo Maia, do Democratas, decidir se aceita ou não.
Em 1992, foi um pedido da OAB, com apoio da Associação Brasileira de Imprensa, que deslanchou o impeachment de Fernando Collor. No ano passado, a OAB também apresentou um pedido de impeachment contra Dilma Rousseff.
Fonte: G1
(Reuters) – O presidente Michel Temer voltou a afirmar, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo publicada nesta segunda-feira, que não irá renunciar ao mandato, afirmando que uma renúncia representaria uma declaração de culpa, e acrescentou que só deixará o cargo se for derrubado.
“Mantenho a serenidade, especialmente na medida em que eu disse: eu não vou renunciar. Se quiserem, me derrubem, porque, se eu renuncio, é uma declaração de culpa”, disse o presidente ao jornal, em entrevista no Palácio da Alvorada.
Temer enfrenta a mais grave crise de seu governo, após ter sido gravado pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, em uma conversa cuja divulgação deflagrou uma grave crise no país.
O presidente é alvo de inquérito no STF por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da Justiça, em investigação aberta com base em acordo de delação fechado por Joesley. Um pedido de suspensão do inquérito será analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira.
Perguntado na entrevista à Folha se deixaria o cargo caso seja denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), seguindo regra que estabeleceu para seus ministros, Temer disse que não, porque é o chefe do Executivo.
“Os ministros são agentes do Executivo, de modo que a linha de corte que eu estabeleci para os ministros, por evidente não será a linha de corte para o presidente”, afirmou o presidente, acrescentando que não irá se afastar voluntariamente.
“Não vou fazer isso (se afastar), tanto mais que já contestei muito acentuadamente a gravação espetaculosa que foi feita. Tenho demonstrado com relativo sucesso que o que o empresário fez foi induzir uma conversa. Insistem sempre no ponto que avalizei um pagamento para o ex-deputado Eduardo Cunha, quando não querem tomar como resposta o que dei a uma frase dele em que ele dizia: “Olhe, tenho mantido boa relação com o Cunha”.
Temer disse ainda que acredita na fidelidade do PSDB a seu governo até o fim do mandato, em 31 de dezembro de 2018, e minimizou a perda do apoio do PSB e do PPS após a deflagração da crise envolvendo a delação da JBS.
“O PSB eu não perdi agora, foi antes, em razão da Previdência. No PPS, o Roberto Freire veio me explicar que tinha dificuldades. Eu agradeci, mas o Raul Jungmann, que é do PPS, está conosco.”
Fonte: Jornal Extra (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que o presidente Michel Temer e o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) agiram “em articulação” para impedir o avanço da Lava Jato.
A reportagem procurou as assessorias de Temer e Aécio mas, até a última atualização desta matéria, ainda não havia obtido resposta.
A afirmação consta da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin que determinou a abertura de inquérito para investigar Temer, Aécio e o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) por corrupção passiva e obstrução à Justiça.
O inquérito está relacionado ao acordo de delação de executivos da JBS. A decisão foi divulgada nesta sexta (19).
“Além disso, verifica-se que Aécio Neves, em articulação, dentre outros, com o presidente Michel Temer, tem buscado impedir que as investigações da Lava Jato avancem, seja por meio de medidas legislativas, seja por meio de controle de indicação de delegados de polícia que conduzirão os inquéritos”, afirma Janot.
“Desta forma, vislumbra-se também a possível prática do crime de obstrução à Justiça”, completa o procurador-geral da República.
No pedido para investigar Temer e Aécio, a procuradoria afirma que o senador teria “organizado uma forma de impedir que as investigações [da Lava Jato] avançassem por meio da indicação de delegados que conduziriam os inquéritos, direcionando as distribuições.”
Fonte: G1
O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta quinta-feira (18) no Palácio do Planalto que não teme delação e que não renunciará.
Ele fez um pronunciamento motivado pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. As delações já foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal.
“No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei, sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena para o esclarecimento ao povo brasileiro”.
Reportagem publicada no site do jornal “O Globo” nesta quarta (17) informou que Joesley entregou ao Ministério Público gravação de conversa na qual ele e Temer conversaram sobre a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato.
“Não temo nenhuma delação, nada tenho a esconder”, disse Temer. “Nunca autorizei que se utilizasse meu nome”, declarou o presidente.
Ele afirmou que nunca autorizou que se pagasse a alguém para ficar calado.
“Meu governo viveu nesta semana seu melhor e seu pior momento”, disse Temer, em referência a indicadores de inflação, emprego e desempenho da economia e à revelação da delação dos donos da JBS. “Todo o esforço para tirar o país da recessão pode se tornar inútil”, afirmou.
Na noite desta quarta, após a veiculação da reportagem, a Presidência divulgou nota na qual confirmou que, em março Temer e Joesley Batista se encontraram, mas negou ter havido conversa sobre tentar evitar a delação de Cunha.
No âmbito do STF, o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, autorizou abertura de inquérito para investigar Temer, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Com a decisão de Fachin, Temer passou formalmente à condição de investigado na Operação Lava Jato. Ainda não há detalhes sobre a decisão, confirmada pela TV Globo.
As revelações do jornal geraram reações imediatas no Congresso Nacional, a ponto de os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), encerrarem as sessões desta quarta nas quais estavam sendo discutidos projetos.
Além disso, tanto parlamentares da oposição quanto da base aliada passaram a defender a saída de Temer por meio de reúncia ou impeachment.
Pela Constituição, se o presidente renunciar ou sofrer impeachment, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, assume interinamente a Presidência e tem de convocar novas eleições.
Fonte: G1