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Notícias – Página: 23 – SSPM – Campo Novo do Parecis

Categoria Notícias

Governo suspende aulas e eventos com mais de 200 pessoas em MT por causa do coronavírus

Decreto estabelece também o tele trabalho e revezamento de jornada de trabalho para os servidores com suspeita de contaminação por Covid-19.

O governo de Mato Grosso publicou um decreto, nesta segunda-feira (16), que adota medidas de enfrentamento de emergência de saúde pública pela transmissão do coronavírus. Estão entre as medidas a suspensão das aulas da rede estadual, municipal e do ensino superior do estado e o cancelamento de eventos com público maior de 200 pessoas.

O documento estabelece que as aulas nas escolas estaduais e municipais de Mato Grosso sejam interrompidas a partir da próxima segunda-feira (23) até o dia 5 de abril, como antecipação do recesso escolar.

A determinação também estabelece cancelamento das aulas, no mesmo período, para os alunos do ensino superior, em todos os campus da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) e nas unidades da Escola Técnica da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Secitec).

Outra medida publicada no decreto é a suspensão dos eventos em ambientes fechados promovidos pela administração pública estadual com mais de 200 pessoas, como congressos, conferências e palestras.

O governo recomenda ao setor privado que também seja feita a suspensão de eventos com público maior que esta quantidade.

Os treinamentos e capacitações feitos pelo governo também serão cancelados, por tempo indeterminado.

O servidor que tiver retornado de viagens a locais com casos confirmados da doença ou que tiver algum contato com casos confirmados, mesmo que não apresente sintomas, desemprenhará suas atividades por tele trabalho durante 14 dias.

O decreto também estabelece mudanças no sistema penitenciário. “As visitas às unidades penais e socioeducativas sofrerão restrições mediante atos normativos expedidos pela Secretaria Estadual de Segurança Pública”, explica trecho.

Fonte: G1/MT

Unimed: Plano Nacional tem carência zero e reajuste para este mês.

Março é o mês de aniversário do contrato Nacional nº 5316461, por este motivo, o mesmo estará com carência zero até o dia 31.

A Unimed Vale do Sepotuba  também reajustou em  5,71% o valor do plano.

Segundo a operadora, os reajustes nos contratos de planos de saúde ocorrem em razão do aumento nos custos dos serviços médico-hospitalares e, sobretudo em decorrência da grande utilização do plano pelos beneficiários.

 

Defasagem Salarial: Decreto concede 3% aos Servidores da Educação

O prefeito Rafael Machado através do Decreto Executivo nº 029, concedeu 3% do complemento da defasagem salarial para os servidores da educação: Professores, Agentes Educacionais e Monitores. 

Os profissionais também foram contemplados com um reajuste salarial de 3,56% ocorrido em janeiro passado advindo do RGA, e poderão – se não houver contratempos – serem beneficiados em Julho com a última parcela (3%) referente ao acordo onde, à época, pois fim ao movimento grevista, ou seja, um aumento de quase 10% somente neste ano vigente.

O percentual citado logo no início da matéria, foi adicionado aos proventos dos profissionais e é a segunda parcela do acordo do reajuste firmado entre o Executivo e a classe através da Lei Municipal nº 1.744/2015. 

O referido decreto já está valendo desde a data de sua publicação no portal da AMM/Diário Oficial Eletrônicos dos Municípios de MT, ou seja, 18 de fevereiro de 20.

Paulo Guedes pede desculpas por chamar servidores de ”parasitas”

Depois da repercussão no fim de semana, ministro mandou mensagem pelo WhatsApp para se retratar com servidores públicos

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta segunda-feira (10/2) que se expressou mal ao comparar servidores a parasitas durante uma palestra de defesa da reforma administrativa na última sexta-feira (7/2). Ele pediu, então, desculpas a quem acabou ofendendo com essa declaração.

“Eu me expressei muito mal, e peço desculpas não só a meus queridos familiares e amigos mas a todos os exemplares funcionários públicos a quem descuidadamente eu possa ter ofendido”, afirmou Paulo Guedes em mensagem enviada pelo WhatsApp a alguns jornalistas nesta segunda-feira.

O ministro ainda disse que não estava se referindo aos servidores quando usou o termo parasita, mas a municípios que estão em situação extrema de crise fiscal. “Eu não falava de pessoas, falava dos casos extremos em que municípios e estados gastam todas as receitas com salários elevados de modo que nada sobrava para educação segurança saúde e saneamento”, alegou Guedes. 

O ministro acabou, então, fazendo uma nova analogia do que seria o parasita e o hospedeiro nesta situação. Desta vez, sem citar os servidores. “Se o estado existe para si próprio então é como um parasita (o estado perdulário) maior que o hospedeiro (a sociedade)”, afirmou, reiterando, contudo, que nesta situação não é possível dar reajustes automáticos ao funcionalismo.

Fonte: Correio Braziliense

Corte de 25% do salário de servidores públicos terá tramitação acelerada, afirma Maia

Em São Paulo, ao participar do encerramento de um evento internacional para investidores, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a chamada PEC emergencial (PEC 186/19), em análise no Senado, poderá ter rito de votação abreviado na Câmara dos Deputados e ter parte de seu texto promulgado imediatamente depois de votada pelos deputados.

Maia informou que a proposta, que prevê corte de até 25% da jornada e do salário de servidores públicos que recebem acima de três salários mínimos, será apensada à Proposta de Emenda à Constituição PEC 438/18, que teve sua admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania em dezembro passado e será analisada agora por uma comissão especial.

Esta proposta, de autoria do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), cria gatilhos para conter as despesas públicas e preservar a regra de ouro. De acordo com esse dispositivo constitucional, o governo federal não pode se endividar para pagar despesas como folha salarial, manutenção de órgãos e programas sociais.

Na prática, as duas medidas reduzem os gastos com servidores públicos, o que Rodrigo Maia considera fundamental para que o Estado volte a ter condições de investir.

“O importante é que temos que abrir espaço para despesas discricionárias, para investimentos. E só dá para fazer isso se reduzir despesas”, disse.

De acordo com Maia, as duas propostas serão transformadas em uma só na comissão especial da Câmara e a parte que já foi aprovada pelo Senado poderá ser promulgada imediatamente assim que aprovada no Plenário da Câmara, o que abreviaria o rito de tramitação em pelo menos 45 dias.

O restante da proposta deverá ser apreciado ainda pelo Senado.

Maia também disse esperar o envio ao Congresso, pelo governo, da proposta de reforma administrativa, que deve reduzir salários e benefícios de novos servidores.

“O Estado existe para servir o cidadão, não para servir seus próprios funcionários. Se ele custa caro, sobram poucos recursos para servir o cidadão”, disse.

Fonte: Gazeta MT

Deputados devem votar nova idade mínima para servidor na próxima semana

De acordo com o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho (DEM), a votação deve acontecer no retorno dos deputados, ou seja, na primeira sessão após recesso.

As sessões ordinárias da Assembleia Legislativa voltarão a ser realizadas a partir da próxima semana. A polêmica reforma da Previdência Estadual deve ser a principal pauta no retorno dos deputados.

O governo decidiu no ano passado dividir a Reforma da Previdência estadual e encaminhou primeiro um projeto que reajustava a alíquota dos servidores públicos de 11% para 14%.

A matéria foi aprovada, após muita discussão, em 1ª e 2ª votação. Agora falta a última etapa, antes de ir à sanção do governador Mauro Mendes (DEM), a redação final, que segundo o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), deve acontecer na primeira sessão.

A ideia inicial do governo era aplicar a nova alíquota para todos os servidores ativos e inativos. O texto foi alterado após pressão da oposição e dos servidores, os aposentados que recebem até R$ 3 mil estão isentos da alíquota de 14%.

A segunda parte da Reforma, que trata sobre as mudanças nas regras de concessão de aposentadorias aos servidores, deve chegar à Assembleia na próxima semana também.

O projeto foi aprovado pelos membros que compõem o Conselho da Previdência de Mato Grosso no último dia 14.

A proposta segue a reforma nacional aprovada pelo Congresso Nacional que, entre as mudanças, estabeleceu idade mínima de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens para ter direito à aposentadoria.

“Vai entrar em pauta nessa semana alguns projetos que estavam pendentes, vetos que não foram votados. Voltamos à discussão daqueles projetos que não votados no ano passado, como o Cota Zero, e o principal que são as regras da aposentadoria. Acredito que o governo deva mandar logo na semana que vem” disse em entrevista à imprensa, nesta segunda-feira (27).

 Fonte: Repórter MT

Vetado o consumo de alimentos na área da piscina

A piscina do sindicato foi idealizada e construída para o lazer do servidor e de sua família (cônjuge e filhos dependentes). Mas infelizmente desde sua inauguração várias regras estabelecidas para o bom funcionamento do espaço estão sendo burladas por alguns frequentadores.

Uma delas é o consumo de alimentos no em torno da piscina, lamentavelmente como podemos ver na foto abaixo, sachês de condimentos, copo plástico e até mesmo resto de comida estão indo parar dentro d´água.

Portanto a partir desta publicação está proibido o consumo de alimentos na área da piscina. Outras situações que chegaram ao conhecimento da diretoria, como, por exemplo, o acesso de pessoas não cadastradas, já estão sendo avaliadas e em breve medidas, até mesmo passiveis de punição, serão tomadas.

Unimed: Plano Regional tem reajuste e carência zero em fevereiro

O reajuste é para o contrato Unimed nº 5313066. De acordo com a cooperativa, tal reajuste acontece anualmente e no mês de aniversário do contrato. O índice do reajuste ficou estabelecido em 6,16% e carência zero já para o próximo mês.

Para maiores informações entre contato com a secretaria do SSPM durante o expediente administrativo pelos números 3382-2807 ou 99978-3141 (12h às 18h).

Governo vai contratar até 7.000 militares para tentar diminuir fila do INSS

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, anunciou nesta terça-feira (14) que o governo vai contratar temporariamente até 7.000 militares da reserva. Eles irão integrar uma força-tarefa para tentar diminuir a fila de espera do INSS. Atualmente, 1,3 milhão de pedidos ao INSS estão sem análise há mais de 45 dias, prazo legal para uma resposta do órgão.

Segundo o secretário, até o final da semana deve ser publicado um decreto com as regras para a contratação temporária. A expectativa é que os militares da reserva comecem a trabalhar a partir de abril. A proposta é que os reservistas assumam funções de atendimento nas agências do INSS, liberando os servidores que hoje estão nessas áreas para trabalhar na análise dos pedidos dos segurados. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro já tinha confirmado o plano de recrutar os militares. “Ele pretende contratar, a lei permite, servidores ou militares da reserva, pagando 30% a mais do que ele ganha, para a gente romper essa fila. Aumentou muito (a fila) por ocasião da tramitação da reforma.

Fila não será zerada
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Rogério Marinho, Secretário de Previdência e Trabalho

Segundo Marinho, a fila do INSS não será zerada porque todo mês chegam, em média, cerca de 1 milhão de novos pedidos de benefício. O objetivo, segundo o secretário, é que em seis meses o número de processos em análise seja equivalente à quantidade que o INSS consegue processar por mês. “O estoque não será zerado, tem 988 mil pedidos entrando todo mês. Mas pretendemos, todo mês, ter número de requerimentos da mesma quantidade que temos capacidade de processar”, afirmou Marinho.

Nova lei permite trabalho civil

A possibilidade de recrutar militares inativos é prevista na lei que reestruturou o regime dos militares, recém-aprovada pelo Congresso Nacional. A lei permite que militares da reserva sejam contratados para o desempenho de atividades de natureza civil, em caráter voluntário e temporário, recebendo um adicional de 30% da remuneração.

Antes, os reservistas podiam apenas executar a chamada Tarefa por Tempo Certo (TTC), que, como diz o nome, é exercida por prazo determinado, mas só vale para atividades militares. As Forças Armadas têm um contingente de mais de 150 mil reservistas, que se tornariam mão de obra potencial para a força-tarefa.

Fonte: UOL/Economia

Criado abaixo-assinado para impedir o fim da estabilidade

A estabilidade do servidor público está na “alça de mira” do Executivo federal já há algum tempo. A Reforma Administrativa anunciada em novembro passado, visa acabar com este direito previsto na Constituição Federal.

Segundo Paulo Uebel, Secretário Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, os atuais servidores não serão impactados e a medida refere-se apenas aos novos concursados.

A estabilidade é um direito constitucional do servidor público que lhe garante a permanência no serviço público.

Surgiu com a Constituição de 1937 para proteger o servidor de exonerações, principalmente as relativas a motivos políticos, de forma a garantir maior continuidade e melhor aproveitamento do desempenho do servidor no exercício de suas funções.

Estabilidade não é privilégio

Estabilidade não impossibilita a demissão de servidores públicos que não cumprem seus deveres. Com efeito, o servidor público estável pode perder o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa (art. 41, parágrafo primeiro, incisos I e II da Constituição Federal). Em casos de inassiduidade habitual, improbidade ou insubordinação grave em serviço, por exemplo, o servidor público pode ser demitido por intermédio do devido processo administrativo (art.132 e seguintes da Lei 8.112/90, aplicável à Administração Pública Federal). Sejamos sinceros e reconheçamos que a estabilidade dificulta, mas não impede que servidores desidiosos sejam desligados do serviço público. A dificuldade reside não propriamente no instituto da estabilidade, mas sobretudo nos excessos burocráticos e na omissão condescendente dos que possuem atribuições para o processamento.

Estabilidade não protege o servidor ineficiente, que entrega à sociedade desempenho abaixo do esperado. Além da possibilidade de enquadramento em algum tipo administrativo infracional que determine o início de processo para apuração e eventual demissão, há previsão específica de perda do cargo mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, assegurada ampla defesa (art.41, §1º, III da CF). O problema é que essa avaliação periódica de desempenho deverá ser tratada por lei complementar e que o Legislativo não se dedica ao assunto desde 1998, época de promulgação da Emenda Constitucional nº 19. A culpa não é da estabilidade, mas do descaso do Congresso Nacional.

Estabilidade não engessa o volume de gastos com pessoal, impedindo redução de despesas que comprometam o equilíbrio das contas públicas. O servidor estável pode perder o cargo em razão de excesso de gastos do respectivo ente desde que, primeiramente: a) sejam reduzidas em pelo menos vinte por cento as despesas com cargos em comissão e funções de confiança e b) sejam exonerados os servidores não estáveis. Após esse percurso, se as medidas “não forem suficientes para assegurar o cumprimento da determinação da lei complementar referida neste artigo, o servidor estável poderá perder o cargo, desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes especifique a atividade funcional, o órgão ou unidade administrativa objeto da redução de pessoal” (art.169, §4º da Constituição Federal).

Finalmente, a estabilidade não cristaliza os cargos e carreiras, impedindo adequações necessárias à evolução das necessidades públicas em razão da mudança dos processos tecnológicos, por exemplo. Cargos podem ser extintos, e os servidores estáveis ficam em disponibilidade, com remuneração proporcional ao tempo de serviço, até seu adequado aproveitamento em outro cargo (art.41, §3º da Constituição).

No portal do Senado Federal há um abaixo-assinado eletrônico para impedir o fim da estabilidade. O objetivo é atingir o número de 20.000 assinaturas e assim se transformar em sugestão legislativa para o debate dos senadores. O número de apoio já foi superado, mas precisamos de mais! Podemos contar com o seu? Acesse o link  e apoie este direito constitucional.

Abaixo-assinado eletrônico

Fonte: conjur.com.br