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Notícias – Página: 54 – SSPM – Campo Novo do Parecis

Categoria Notícias

SSPM se reúne para organizar a semana da mulher.

Dia 8 de março comemora-se o dia internacional da mulher. A data surgiu no final do século XIX e início do século XX nos  Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas femininas por melhores condições de vida, trabalho e de direito de voto. Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhagem, a líder socialista alemã Clara Zetkin propôs a instituição de uma celebração anual das lutas por direitos das mulheres trabalhadoras, surgia assim o dia internacional das mulheres.

Esta semana o SSPM representado  por sua presidente, Jerusa Pinto Pinheiro, reuniu-se com a comissão responsável por organizar a semana da mulher no município de Campo Novo do Parecis. Estiveram presentes neste encontro, Vera Lúcia de Freitas Silva (secretária executiva dos conselhos municipais), Angélica Bortolussi (Conselho da Mulher) e Sonnéa Cordeiro Zabolotny (Sala da Mulher).

O início da programação será dia 06 de março na Câmara de vereadores às 18 horas. O cronograma segue entre os dias 8 e 11 com palestras sobre Autoestima e Direitos da Mulher além de apresentações de peças teatrais com temas ligados a prevenção e violência contra a mulher.

Segundo o Atlas da Violência 2016, o Estado do Mato Grosso está na 5ª colocação no ranking de mortes violentas de mulheres. Enquanto a taxa nacional deste tipo de crime é de 4,6 casos a cada 100 mil habitantes, no Estado o índice é de 7.

A semana da mulher será realizada pela Câmara Municipal e Secretaria de Assistência Social com os apoios da ACIC, SSPM, Sala da Mulher e Conselhor da Mulher.

 

Dieese: reforma deixaria 70% da população fora da previdência pública.

Segundo coordenador, proposta de Temer visa a privilegiar o setor privado, num processo de desmonte similar ao ocorrido no sistema público de ensino.

Para o coordenador de relações sindicais do Dieese, Fausto Augusto Júnior, a proposta de reforma da Previdência encaminhada ao Congresso Nacional pelo governo Temer é um “absurdo” e faz parte de um processo de desconstrução do sistema previdenciário como o conhecemos.

“De um ponto detvt vista bem objetivo, estamos falando que vamos deixar em torno de 70% da população fora do sistema previdenciário. Mais grave do que isso é que é uma proposta para a desconstrução do setor da Previdência pública, no Brasil”, afirmou Fastou, em entrevista nos estúdios do Seu Jornal, da TVT, na edição de ontem (14).

Segundo ele, com as dificuldades de acesso aos benefícios previdenciários criadas pelas novas regras, a tendência é que aqueles que puderem migrar para a previdência privada deverão fazê-lo, em especial a classe média, o que fragiliza ainda mais o sistema.

“A aposta do governo, com essa reforma, de fato, não é diminuir o gasto com a previdência propriamente dito, como foi anunciado. A proposta deles é um processo acelerado de privatização”, ressalta o coordenador do Dieese.

Para ele, a tendência é que o sistema público da Previdência se pareça, cada vez mais, como uma política social, e não um direito, e compara ao programa Bolsa Família. “(Vai virar) um programa social que vai dar uma renda mínima para um conjunto muito pequeno da população mais pobre. Os demais deverão ir para previdência privada. Essa é a proposta.”

Ele compara o processo de desmonte da Previdência com o ocorrido no sistema público de ensino, que também foi fragilizado, o que obrigou a classe média a buscar alternativas no setor privado, colaborando para sucateamento ainda grave do sistema público, num círculo vicioso.

Mais grave ainda, segundo Fausto Augusto, é desvincular o reajuste das aposentadorias do salário mínimo. Ele lembra que a redução das desigualdades sociais e regionais só foram possíveis graças, em grande medida, à política de valorização do salário mínimo adotada nos últimos anos que, através da Previdência, impactava em todas as regiões do Brasil, em especial nos rincões mais pobres do interior.

Fonte: RBA

É hora de unir forças!

E mais uma “guerra” foi declarada no congresso nacional. Uma luta está sendo travada para impedir os avanços da PEC 287 2016, a proposta que trata da reforma da previdência e que pode fazer com que milhões de brasileiros percam o direito de aposentarem.

O governo federal está tentando ao máximo antecipar as votações desta proposta de emenda constitucional, bem como a sua aprovação sem a participação da sociedade e órgãos representantes da mesma.

O presidente da CSPM (Confederação dos Servidores Públicos Municipais), senhor Aires Ribeiro, está em Brasília e nos mandou está mensagem:

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“O momento exige participação geral de todos os dirigentes sindicais para combater essa medida arbitrária, que atenta com importantes conquistas da classe trabalhadora. Todos devemos até domingo ou segunda (19/20), antes dos deputados federais voltarem a Brasília, procurá-los para pressionar contra a votação da reforma da maneira que está sendo discutida”.

“No entanto, como em 2018 teremos eleições, é nosso dever mobilizar a base de cada um dos parlamentares e mostrar a total insatisfação. Convoco todos dirigentes sindicais e trabalhadores do serviço público municipal do Brasil, que procurem os deputados de sua região e peçam para que parem o projeto, até que sejam atendidas todas as reivindicações trazidas pelos trabalhadores. É hora de unir forças!”

previdencia

No Mato Grosso, a auditoria do TCE descobre fraudes em aposentadorias de servidores.

Auditoria coordenada entre o Tribunal de Contas da União – TCU e 29 Tribunais de Contas do Brasil fez um diagnóstico da real situação de 54 Regimes Próprios de Previdência Social – RPPS. O levantamento identificou diversas irregularidades, entre elas a inexistência ou insuficiência de informações importantes na base cadastral dos regimes próprios, como por exemplo: cargo, carreira, data de ingresso na carreira do segurado, cônjuges existentes, data de nascimento dos cônjuges, número de filhos, ou compensação previdenciária dos que trabalharam na iniciativa privada.

Na maioria dos casos, essas informações não existem. Em Mato Grosso, por exemplo, foram analisados quatro RPPS (Cuiabá, Várzea Grande, Sinop e MT Prev), com mais de 67 mil vínculos de segurados ativos, 27 mil vínculos de segurados inativos (aposentados) e 7 mil pensionistas.

O trabalho foi iniciado no segundo semestre de 2015, quando foram realizados dois workshopps de preparação. De janeiro a outubro de 2016, os técnicos da Secretaria de Controle Externo de Atos de Pessoal e RPPS do Tribunal de Contas de Mato Grosso analisaram os dados por meio de informações enviadas pelos gestores, nas contas de gestão dos regimes próprios.

O principal ponto averiguado foi a base cadastral, que contém as informações dos servidores públicos. “Avaliamos o que está contido na base dos RPPS e comparamos com a base existente nos órgãos, para podermos identificar até que ponto todos que estão cadastrados como funcionários das instituições públicas constam no cadastro dos regimes próprios, qual o percentual de cobertura e quais informações são necessárias e que não existem nas bases cadastrais dos RPPS”, explica o supervisor de Controle Externo, Eduardo Benjoino. “A base cadastral do regime próprio incompleta pode gerar uma distorção na variação atuarial, ou seja, prejudicar a projeção feita para que os RPPS tenham noção de quanto vão precisar disponibilizar de recursos para poder arcar com os benefícios previdenciários no futuro”, enfatiza Francis Bortoluzzi, secretário da Secex Atos de Pessoal do TCE-MT.

A segunda avaliação foi em relação à gestão de investimentos. O objetivo era saber como estão a atuação e a estruturação dos comitês de investimentos dos RPPS, assim como a transparência das informações, prevista em lei. A auditoria coordenada também discutiu as premissas atuariais, como por exemplo as taxas de jurosutilizadas na avaliação atuarial.  “Dentro da avaliação atuarial temos uma perpectiva de recebimento de juros relacionados à parte de investimentos. Então é feita uma projeção da carteira de investimentos dos RPPS e verifica-se de quanto será o retorno referente aos juros dos valores aplicados. Esse retorno será utilizado também para pagar benefícios previdenciários.Desse modo, é definido o quantitativo de valores de contribuições que ele deve receber ao longo do tempo. E, assim, é definida a taxa de contribuição que os órgãos devem pagar”, explica Eduardo Benjoino.

A pergunta que deve ser feita, segundo o auditor, é se essa taxa de juros, colocada dentro da avaliação, é compatível com o histórico de rentabilidade que os RPPS têm tido. Se houver uma distorção, significa que os RPPS estão recebendo menos receita de contribuições do que deveriam, ou seja, vão faltar recursos para pagamentos previdenciários no futuro.

O Tribunal de Contas de Mato Grosso forneceu, a todos os TCEs que participaram da auditoria coordenada, a trilha de auditoria para análise dos investimentos dos RPPS. Essa trilha foi criada com base nos dados que constam na base de dados do Ministério da Previdência Social. As informações foram selecionadas e “criamos trilhas onde os TCEs puderam acessar os dados dos seus jurisdicionados e as carteiras de investimentos dos RPPS. O próprio sistema já emite diagnósticos automáticos e temos informações que indicam quais são os fundos de investimentos que devem ser analisados de uma forma mais profunda, em função da sua relevância e materialidade. É uma ferramenta extremamente útil na análise de investimentos”, comentou o secretário Francis Bortoluzzi.

O Ministério da Previdência permite um limite máximo de projeção de taxas de juros de 6%, mas o que ocorre é que os RPPS não estão nem próximos dessa rentabilidade máxima e, no entanto, em 94% dos casos no Brasil foi detectado que a taxa de juros que está sendo utilizada é muito maior que a auferida pelos RPPS. Eles estão deixando de contribuir, agora, com uma expectativa de recebimento de rentabilidade que não vai acontecer e vai dar problema no futuro para fazer o pagamento dos benefícios. Dos quatro RPPS auditados em Mato Grosso, três estão com o mesmo problema de projeção inconsistente. “Os RPPS fazem a projeção mas nunca conseguem chegar a 6%. A média Brasil não passa de 3%”, diz Bortoluzzi.

Em 59% dos RPPS não há transparência das informações que já são definidas como obrigatórias pelo Ministério da Previdência, disponíveis para todos os segurados por meio eletrônico. Em Mato Grosso, foram detectadas aplicações financeiras com exposição temerária. Investimentos que, quando se retroage na data da aplicação, indicavam que aquele investimento extrapolava o risco normal. Eram muitos papéis provenientes de um único emissor. Demonstrava que não houve prudência por parte do gestor quando foram feitos os investimentos.

Os Comitês de Investimentos não são participativos na gestão e deveriam auxiliar na tomada de decisões em relação aos investimentos. Em 50% deles há uma precariedade total na estruturação e participação dos comitês. “Precisa de uma atuação efetiva. Alguns RPPS sequer possuem os comitês. Ainda este ano, o TCE irá divulgar uma cartilha de orientações aos regimes próprios quanto às aplicações financeiras”, anunciou Eduardo Benjoino. Em 2017, o TCE-MT vai concentrar esforços nas auditorias para detectar fraudes nos RPPS e que já constam no Plano Anual de Fiscalização do TCE. Todos os RPPS do Estado receberam um questionário sobre investimentos. Dos 105, apenas 87 RPPS responderam ao TCE.

Quando ocorre um déficit atuarial, os RPPS são obrigados a fazer um Plano de Amortização e decidir como irão obter recursos para cobrir o prejuízo. Alguns optam pela alíquota suplementar para poder pagar os benefícios no futuro. A auditoria dessa projeção identificou alíquotas que podem chegar a 60%. “Como os RPPS vão conseguir pagar uma alíquota de 60% da sua base de cálculo. A utilização de alíquotas não factíveis transforma o Plano de Amortização em apenas uma mera formalidade, afirma Benjoino.

Em Mato Grosso, da amostra que possui déficit atuarial, e que foi analisada pela Secex de RPPS do TCE, verificou-se que os órgãos não cumpriram com a obrigação de elaborar um estudo para saber se o Plano de Amortização é viável e se é possível pagar aquilo que está planejado. De acordo com Benjoino, existe ainda casos de divergência entre aquilo que está definido na avaliação autorial como sendo a provisão matemática de longo prazo, que são os passivos, e os valores registrados na contabilidade do órgão. Então, o que está na avaliação atuarial não bate com o que está na contabilidade.

Fonte: FolhaMax

Reforma da Previdência: Sindilegis publica 10 Medidas para o Governo fazer sua lição de casa.

O Sindilegis (Sindicato dos Servidores do Legislativo Federal), elaborou uma peça promocional sugerindo 10 medidas para o Governo fazer sua lição de casa antes de pensar em fazer a Reforma da Previdência e mexer de maneira direta no bolso alheio.

Assim como o cidadão deseja que o Estado seja mais eficiente, os trabalhadores do serviço público e privado também desejam que o Governo seja mais eficiente e coerente. Busque ações administrativas positivas para resgatar um orçamento público saudável, antes de anular direitos e querer fazer equilíbrio de suas contas às custas do planejamento e contas alheias.

O Sindilegis produziu as peças abaixo com 10 recomendações para o Governo Federal antes de mexer na Previdência de forma precipitada.

Fonte: Pública

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Servidores comparecem em número expressivo na primeira sessão ordinária do ano.

No final da tarde da última segunda-feira (06), a câmara de vereadores de Campo Novo do Parecis realizou a primeira sessão ordinária de 2017, e os servidores do município estiveram presente em grande quantidade no intuito de retribuir o apoio oferecido pelos vereadores da casa, quando os mesmos aprovaram 0 Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV). Na ocasião, em janeiro passado, o Legislativo vetou o pedido do Executivo para que a lei fosse revogada alegando que  com a aprovação da mesma poderia onerar, e muito a folha de pagamento do município.

 

 

Atenção servidor! Tem novidades nos convênios parceiros do SSPM.

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Campo Novo do Parecis, tem convênios firmados com grandes empresas de renome nacional. A Unimed Vale do Sepotuba e o Bradesco Dental (OdontoPrev), são dois destes parceiros que têm novidades para você.

Bradesco DentalO OdontoPrev, plano odontológico da Bradesco Dental,     está com carência zero até o dia 28 de fevereiro e preços atrativos, apenas R$ 37,57 (por pessoa). É momento de fazer aquela visitinha ao dentista e aproveitar para evitar maiores transtornos em sua saúde bplano-de-saude-unimed-carencia-zeroucal.

E também há novidades no convênio com a Unimed no plano regional com co-participação. Mais informações sobre carência e valores através do número (65) 9 9978-3141.

 

 

 

Abaixo tabela de cobertura do plano Essencial Plus. Clique nos links:

Plano Essencial Plus

 

Caixa alerta que calendários não oficiais sobre saques do FGTS devem ser ignorados.

A Caixa Econômica Federal alerta que calendários não oficiais sobre saques de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) que circulam na internet, tanto em redes sociais como sites ou aplicativos de celulares, não procedem e devem ser ignorados. A Caixa tem recebido denúncias sobre a existência de canais não oficiais informando cronograma de saque e recomenda que os interessados em saber mais informações sobre as contas inativas só entrem nos canais oficiais do próprio banco.

Todas as informações oficiais estão disponíveis no site www.caixa.gov.br e nos perfis do banco @imprensacaixa e @caixa. A consulta ao saldo de contas inativas do FGTS pode ser realizada no site http://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/contas-inativas, aplicativo do FGTS, internet banking e terminais de autoatendimento, por meio do Cartão do Cidadão. Veja os canais no site da Caixa.

Crédito:  Marta Cavallini, G1