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Notícias – Página: 38 – SSPM – Campo Novo do Parecis

Categoria Notícias

Pedro Parente pede demissão da Petrobras

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º) em caráter “irrevogável e irretratável”.

Parente ficou exatamente dois anos no comando da Petrobras, já que tomou posse no dia 1º de junho de 2016.

De acordo com comunicado da estatal, enviado ao mercado, a nomeação de um CEO interino será examinada ao longo do dia pelo Conselho de Administração. Ainda de acordo com o comunicado, a diretoria executiva da companhia não sofrerá qualquer alteração.

Em uma carta enviada ao presidente Michel Temer, com quem se reuniu na manhã desta sexta, Parente diz que a greve dos caminhoneiros e “suas graves consequências para a vida do país” desencadearam um debate “intenso e por vezes emocional” sobre as origens da crise.

E e que a política de preços da Petrobras adotada durante sua gestão foi colocada sob “questionamento”. Ele, porém, diz que os “resultados obtidos revelam o acerto do conjunto das medidas que adotamos, que vão muito além da política de preços”.

A política de preços de combustíveis da Petrobras foi um dos principais alvos dos caminhoneiros durante a paralisação da categoria nos últimos dias. Parente declarou em mais de uma ocasião que não mexeria nos preços e, diante disso, se viu pressionado e sofreu um grande desgaste no comando da estatal.

“Tenho refletido muito sobre tudo o que aconteceu. Está claro, sr. presidente, que novas discussões serão necessárias”, diz Parente na carta.

“Diante deste quadro fica claro que a minha permanência na presidência da Petrobras deixou de ser positiva e de contribuir para a construção das alternativas que o governo tem pela frente”, complementa.

Carta

Leia a carta de demissão enviada por Parente ao presidente Michel Temer:

Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

Quando Vossa Excelência me estendeu o honroso convite para ser presidente da Petrobras, conversamos longamente sobre a minha visão de como poderia trabalhar para recuperar a empresa, que passava por graves dificuldades, sem aportes de capital do Tesouro, que na ocasião se mencionava ser indispensável e da ordem de dezenas de bilhões de reais. Vossa Excelência concordou inteiramente com a minha visão e me concedeu a autonomia necessária para levar a cabo tão difícil missão.

Durante o período em que fui presidente da empresa, contei com o pleno apoio de seu Conselho. A trajetória da Petrobras nesse período foi acompanhada de perto pela imprensa, pela opinião pública, e por seus investidores e acionistas. Os resultados obtidos revelam o acerto do conjunto das medidas que adotamos, que vão muito além da política de preços.

Faço um julgamento sereno de meu desempenho, e me sinto autorizado a dizer que o que prometi, foi entregue, graças ao trabalho abnegado de um time de executivos, gerentes e o apoio de uma grande parte da força de trabalho da empresa, sempre, repito, com o decidido apoio de seu Conselho.

A Petrobras é hoje uma empresa com reputação recuperada, indicadores de segurança em linha com as melhores empresas do setor, resultados financeiros muito positivos, como demonstrado pelo último resultado divulgado, dívida em franca trajetória de redução e um planejamento estratégico que tem se mostrado capaz de fazer a empresa investir de forma responsável e duradoura, gerando empregos e riqueza para o nosso país.

E isso tudo sem qualquer aporte de capital do Tesouro Nacional, conforme nossa conversa inicial. Me parece, assim, que as bases de uma trajetória virtuosa para a Petrobras estão lançadas.

A greve dos caminhoneiros e suas graves consequências para a vida do País desencadearam um intenso e por vezes emocional debate sobre as origens dessa crise e colocaram a política de preços da Petrobras sob intenso questionamento. Poucos conseguem enxergar que ela reflete choques que alcançaram a economia global, com seus efeitos no País.

Movimentos na cotação do petróleo e do câmbio elevaram os preços dos derivados, magnificaram as distorções de tributação no setor e levaram o governo a buscar alternativas para a solução da greve, definindo-se pela concessão de subvenção ao consumidor de diesel.

Tenho refletido muito sobre tudo o que aconteceu. Está claro, Sr. Presidente, que novas discussões serão necessárias. E, diante deste quadro fica claro que a minha permanência na presidência da Petrobras deixou de ser positiva e de contribuir para a construção das alternativas que o governo tem pela frente. Sempre procurei demonstrar, em minha trajetória na vida pública que, acima de tudo, meu compromisso é com o bem público. Não tenho qualquer apego a cargos ou posições e não serei um empecilho para que essas alternativas sejam discutidas.

Sendo assim, por meio desta carta, apresento meu pedido de demissão do cargo de Presidente da Petrobras, em caráter irrevogável e irretratável. Coloco-me à disposição para fazer a transição pelo período necessário para aquele que vier a me substituir.

Vossa Excelência tem sido impecável na visão de gestão profissional da Petrobras. Permita-me, Sr. Presidente, registrar a minha sugestão de que, para continuar com essa histórica contribuição para a empresa — que foi nesse período gerida sem qualquer interferência política — Vossa Excelência se apoie nas regras corporativas, que tanto foram aperfeiçoadas nesses dois anos, e na contribuição do Conselho de Administração para a escolha do novo presidente da Petrobras.

A poucos brasileiros foi dada a honra de presidir a Petrobras. Tenho plena consciência disso e sou muito grato a que, por um período de dois anos, essa honra única me tenha sido conferida por Vossa Excelência.

Quero finalmente registrar o meu agradecimento ao Conselho de Administração, meus colegas da Diretoria Executiva, minha equipe de apoio direto, os demais gestores da empresa e toda força de trabalho que fazem a Petrobras ser a grande empresa que é, orgulho de todos os brasileiros.

Respeitosamente,

Pedro Parente

 

Fonte: G1

Dia 5 de Junho ocorrerá Ato de Lançamento da Campanha Voto Consciente Servidores Eleições 2018

A Pública Central do Servidor e diversas entidades parceiras estarão lançando no próximo dia 5 de junho, a partir de São Paulo,a Campanha “Voto Consciente Servidores Eleições 2018.

Trata-se de uma iniciativa inédita que pretende chamar a atenção de todos servidores públicos do país de forma a potencializarem seus votos e de seus familiares em uma direção comum. A ideia é um trabalho com foco na formação de uma bancada parlamentar multipartidária, comprometida com o investimento nas carreiras públicas, no fortalecimento dos serviços públicos e em um Estado mais republicado e profissionalizado.

A Campanha será composta de eventos em todos os Estados, reunindo lideranças e ativistas, gerando multiplicação e mobilização, geração de conteúdo digital e debates online de forma ao vivo, além de uma plataforma de monitoria de candidaturas comprometidas, coordenada por jornalistas, que estará disponível para consultas em www.servidoreseleicoes.com.br

O LANÇAMENTO NACIONAL DA CAMPANHA SERÁ EM SÃO PAULO, NO PRÓXIMO DIA 5 DE JUNHO, ÀS 14 HORAS, NA SEDE DA AFRESP – Associação dos Fiscais de Renda do Estado de São Paulo – Av Brig Luiz Antonio, 4832

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Fonte: Pública Central do Servidor

Petroleiros ameaçam cruzar os braços

Mais uma greve à vista! Ainda com a greve dos caminhoneiros em plena atividade neste sétimo dia de paralisação, agora são os profissionais das refinarias que ameaçam parar suas atividades já na próxima semana. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos filiados convocam a categoria petroleira para uma greve nacional de advertência de 72 horas. Os trabalhadores do Sistema Petrobrás iniciarão o movimento a partir do primeiro minuto de quarta-feira, 30 de maio, para baixar os preços do gás de cozinha e dos combustíveis, contra a privatização da empresa e pela saída imediata do presidente Pedro Parente, que, com o aval do governo Michel Temer, mergulhou o país numa crise sem precedentes.

A atual política de reajuste dos derivados de petróleo, que fez os preços dos combustíveis dispararem, é reflexo direto do maior desmonte da história da Petrobrás. Os culpados pelo caos são Pedro Parente e Michel Temer, que, intensifica a crise ao convocar as força armadas para ocupar as refinarias. A FUP repudia enfaticamente mais esse grave ataque ao Estado Democrático de Direito e exige a retirada imediata das tropas militares que estão nas instalações da Petrobrás.

A greve de advertência é mais uma etapa das mobilizações que os petroleiros vêm fazendo na construção de uma greve nacional por tempo indeterminado, que foi aprovada nacionalmente pela categoria. Os eixos principais do movimento são a redução dos preços dos combustíveis, a manutenção dos empregos, a retomada da produção das refinarias, o fim das importações de derivados de petróleo, não às privatizações e ao desmonte da Petrobrás e a demissão de Pedro Parente da presidência da empresa.

Já neste domingo, 27, os petroleiros estão fazendo novos atrasos e cortes de rendição nas quatro refinarias e fábricas de fertilizantes que estão em processo de venda: Rlam (BA), Abreu e Lima (PE), Repar (PR), Refap (RS), Araucária Nitrogenados (PR) e Fafen Bahia.

Na segunda-feira, 28, a FUP e seus sindicatos realizarão um Dia Nacional de Luta, com atos públicos e mobilizações em todo o Sistema Petrobrás, denunciando os interesses que estão por trás da política de preços de combustíveis, feita sob encomenda para atender o mercado e as importadoras de derivados. A gestão entreguista de Pedro Parente está obrigando a Petrobrás a abrir mão do mercado nacional de derivados para as importadoras, que hoje são responsáveis por um quarto de todos os combustíveis comercializados no país.

O número de importadoras de derivados quadruplicou nos últimos dois anos, desde que Parente adotou preços internacionais, onerando o consumidor brasileiro para garantir o lucro do mercado. Em 2017, o Brasil foi inundado com mais de 200 milhões de barris de combustíveis importados, enquanto as refinarias, por deliberação do governo Temer, estão operando com menos de 70% de sua capacidade. O povo brasileiro não pagará a conta desse desmonte.

Fonte: Sindipetro

Caminhoneiros desmentem governo e afirmam que greve continua

Após o governo anunciar na noite desta quinta-feira (24) a suspensão por quinze dias da greve dos caminhoneiros, alegando acordo com os representantes da categoria, dezenas de vídeos de lideranças por todo o país surgiram afirmando o contrário.

Segundo movimentos avulsos que foram criados durante a paralisação, a pauta dos caminhoneiros está aquém do que foi proposto pelo governo e aceito pelos representantes, para começar a desmantelar os bloqueios. Os líderes afirmam que o grupo que negociou o acordo não representa a maioria dos caminhoneiros parados no país.

O governo, porém, afirma o contrário e diz que a greve será ‘desativada’ aos poucos.

Os caminhoneiros também afirmam que o governo mentiu ao anunciar o acordo, e que as informações vinculadas pela imprensa são falsas. Em nota, o governo federal disse que o acordo aconteceu e chegou a divulgar folhas que seriam dos termos assinados com os representantes dos caminhoneiros.

https://www.youtube.com/watch?v=wELolucDkgg

Fonte: G1

 

 

Governo anuncia acordo para suspensão da greve dos caminhoneiros

Em pronunciamento na noite desta quinta-feira (24/5), o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, anunciou um acordo do governo federal com os caminhoneiros, que estavam em greve desde o início da semana. Segundo Padilha, foi assinado um termo, que terá validade de 15 dias, para que os motoristas retomem as atividades. “A família brasileira depende do transporte rodoviário. Pedimos aos caminhoneiros que voltem a circular. O Brasil precisa de vocês”, disse Padilha.

Segundo o presidente Michel Temer, em pronunciamento durante a solenidade comemorativa do Dia da Indústria 2018, em Belo Horizonte, um dos principais pontos do acordo é a redução do PIS/Cofins. No entanto, segundo o presidente, mesmo que haja a redução, a incidência maior do tributo sobre o diesel é estadual, ou seja, proveniente do ICMS. “Espero que até amanhã esta questão esteja solucionada”, completou o presidente.

Em contrato, o governo federal se compromete, entre outros itens,  a reduzir a zero a alíquota da CIDE sobre o óleo diesel ainda este ano, a manter a redução de 10% no valor do diesel nas refinarias nos próximos 30 dias, a rever em 1º junho a tabela de referência do frete do serviço remunerado de cargas, não promover a reoneração da folha de pagamento do setor de transporte rodoviário de cargos, e a assegurar que os reajustes do preço nas refinarias aconteçam a cada 30 dias (diferente do que ocorre com a nova política de preços da Petrobras, na qual as revisões podem ser até diárias). 

Nove das 11 entidades presentes aceitaram a proposta do Executivo, que prevê prazo de 30 dias para reajustes no preço do diesel. Esta era uma das principais demandas dos caminhoneiros, que queriam mais previsibilidade nos reajustes. 

Caos

Antes de o governo anunciar o acordo, a greve dos motoristas de caminhões estava  hoje no quarto dia. Brasileiros enfrentam, até então, uma crise geral no abastecimento. O cenário inclui bombas zeradas nos postos de gasolina, linhas de ônibus reduzidas, ameaças de cancelamento de voos por falta de combustível, escassez em supermercados e, até, restrições nos cardápios de lanchonetes.

Os prejuízos são percebidos, principalmente, nos setores de transportes e de alimentação. Na quarta-feira (23/5), consumidores de ao menos 10 estados sentiram falta de itens perecíveis, como frutas, legumes e verduras, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Servidores públicos querem eleger bancada própria parlamentar

Campanha que deve unir em plataforma os candidatos egressos do funcionalismo será lançada em 5 de julho. Objetivo é que, independentemente de partidos, todos defendam o serviço público e a carreira.

De olho nas eleições e na defesa dos interesses da categoria, os servidores inauguram um estilo próprio de fazer campanha política. No pleito de 2018, pela primeira vez, todos os pré-candidatos egressos do funcionalismo público estarão reunidos em uma única plataforma que vai elencar nomes e propostas dos postulantes — das três esferas (federal, estadual, municipal) e dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciários) — de todo o país. O objetivo é estimular o voto nesses nomes específicos, com a intenção de construir uma bancada parlamentar comprometida com “o fortalecimento dos serviços e das carreiras públicas e de investimentos em um Estado republicano, eficiente e sem aparelhamento partidário”. A iniciativa partiu da Pública Central do Servidor, criada em 10 de agosto de 2015.

A ação é plural, multipartidária e faz parte da campanha do voto consciente do servidor público nas eleições de 2018, que será lançada em 5 de julho, na Associação dos Fiscais de Renda em São Paulo (Afresp). Segundo o presidente da Pública, Nilton Paixão, os servidores têm em mãos mais de 46 milhões de votos, um patrimônio que partido algum vai desprezar. “São 16 milhões de votos dos funcionários público e um potencial de influência em mais 30 milhões dos familiares. Temos de ter consciência e participar das eleições de forma organizada e com sincronismo de intenção de voto. Mesmo que livre nos indivíduos, mas afinados nos valores para onde acreditamos que o Estado e a democracia devam rumar”, salienta Paixão.

No momento em que as campanhas ainda não decolaram, o número de pessoas que se declararam dispostas a concorrer ao pleito ainda é pequeno. Levantamento preliminar na Pública estima que, até agora, oficialmente, 110 servidores pretendem se candidatar, 60% deles pela primeira vez. Em 2016, a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) plantou a primeira semente dessa estratégia de contabilizar os associados candidatos, para reuni-los em torno de uma causa comum. Elencou os policiais que se elegeram naquele ano. Embalados pela projeção que a Operação Lava-Jato proporcionou, 21 agentes, escrivães e papiloscopistas foram bem-sucedidos nas eleições municipais: quatro vereadores, seis prefeitos e dois vice-prefeitos.

Este ano, a empreitada da federação se manteve. Em uma reunião fechada, na última sexta-feira, 21 pré-candidatos policiais, de todas as colorações partidárias, se reuniram em Brasília para discutir questões como financiamento de campanha, divulgação de plataformas pelas redes sociais e mídias tradicionais, entre outros assuntos. “É uma frente suprapartidária. A partir do dia 22 de maio, de acordo com o calendário eleitoral, será criado um crowdfunding (a chamada vaquinha on-line ou fundo de financiamento coletivo) para reforçar os recursos de quem não faz parte do fundo partidário”, explica Flávio Werneck, vice-presidente da Fenapef.

Impacto

O impacto dessa união de forças entre servidores promete ser grande, de acordo com o cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília (UnB). “É natural que os servidores queiram formar sua bancada. Dependendo da rede de relacionamento e da burocracia que ele representa, a base de votos pode se multiplicar com essa iniciativa inédita. No Brasil, pelo menos, essa mobilização de entidade ampla, nacional, é novidade”, assinala Fleischer.

Para outros analistas, no entanto, há um lado, ainda não dimensionado, que é a força política que algumas categorias, já com grande poder de barganha, ganharão. “A briga com o governo para elevar salários e expandir gastos vai se tornar estrondosa. Com um grupo de parlamentares à disposição, os servidores vão fazer passar qualquer coisa que lhes agrade. Isso começa a ficar perigoso”, diz a fonte.

Parâmetros

O Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) fez uma carta de princípios, com os critérios traçados para as eleições de 2018. O candidato que assinar o documento assumirá o compromisso de cumprir aqueles objetivos que são, principalmente, fortalecimento do Estado democrático de direito, valorização dos servidores e qualificação dos serviços públicos. Caso eleito, terá que exercer o mandato parlamentar observando essas diretrizes e defender a revisão da Emenda Constitucional 95/2016 (que estabelece o teto dos gastos), para ampliar o espaço fiscal no Orçamento da União. Também terão de pregar a diminuição dos cargos de livre nomeação e ampliação da participação de concursados em funções estratégicas; um sistema tributário progressivo, com redução de impostos sobre o consumo, tributação de distribuição de lucros e dividendos, e equidade para os trabalhadores, inclusive com correção real da tabela do Imposto de Renda.

O servidor terá ainda a missão que lutar para que cargos públicos com atribuições definidas em lei não possam ser ocupados por trabalhadores terceirizados e para que a estabilidade seja mantida. Além de exigir concursos periódicos, estruturação de carreiras e capacitação permanente e  manutenção dos direitos previdenciários vigentes para ativos e inativos e seus pensionistas. “O que se pretende é que essa aliança fortaleça os servidores. Também é nosso propósito continuar parcerias com parlamentares que tradicionalmente são nossos aliados”, afirma Rudinei Marques, presidente do Fonacate.

 

Fonte: Correio Braziliense

 

Hoje é dia de lasanha na lanchonete do SSPM

E a nossa lanchonete vai se superar mais uma vez! Hoje sexta-feira os servidores e amigos que frequentam o espaço, vão se deliciar com uma saborosa lasanha nos sabores carne e frango, arroz e salada de acompanhamentos. O valor do prato é de R$ 15,00 por pessoa.

E agora, vamos saber como surgiu a lasanha.

Comecinho do século 21. Grã-Bretanha e Itália quase entram numa crise diplomática. O estopim? A ilha pouco referendada por seus atributos gastronômicos reivindicou a invenção da lasanha. A prova, alegaram os pesquisadores britânicos, era a obra The Form of Cury: o livro de receitas escrito por cozinheiros a serviço do rei Ricardo II, em 1390, menciona uma tal de loseyns, que se pronuncia “lasan”, e que alterna camadas de uma massa de cereal não identificado, “bom” caldo, especiarias como canela e açafrão e queijo ralado. Um prato montado como a lasanha, com nome parecido, mas nada de tomate e carne nenhuma. Prego! Aí se agarraram os italianos para reafirmar algo que ninguém havia contestado até então: a lasanha é um prato italianíssimo.

Os ingleses, no entanto, têm certa razão em questionar a paternidade do prato, porque de fato a origem da lasanha é incerta: na Antiguidade, o bolo grego, fino, conhecido como laganon, virou lagamum em Roma (ou lagana, no plural). Desses tempos remotos, afirmam os historiadores, é o prato que mais se assemelha à lasanha moderna. Resquícios dessa evolução foram identificados por Marco Polo em suas viagens pelo Oriente: o explorador chamou de lasagne um prato das terras chinesas, montado em camadas de massa produzida com farinha de fruta-do-conde – prova de que o veneziano deveria estar familiarizado com o conceito de empilhar folhas de massa e umedecê-las com molho saboroso.

 

 

Elevação de nível: Professores terão que aguardar um pouco mais

Os servidores profissionais  da educação que entregaram os seus títulos ainda no ano de 2017, e que esperavam por suas elevações de níveis para o mês de janeiro passado, vão ter que esperar ainda mais. Segundo informações adquiridas pelo o departamento jurídico do SSPM junto ao setor de recursos humanos da prefeitura na manhã desta terça-feira, 08, tal benefício não será possível – a princípio – por conta do já conhecido limite prudencial na folha de pagamento que encontra-se acima do limite máximo (51,3%).

O Dr. Rogério Campos entrou em contato com a responsável pelo RH e a mesma informou que por enquanto não será feita nenhuma elevação por conta do percentual da folha de pagamento que no momento se encontra em 53,2%.

Desde janeiro, por exemplo, a justificativa para não ter sido feita a elevação foi a troca do sistema da prefeitura, e agora, como lido, o limite prudencial na folha de pagamento. Diante disso tudo, a boa notícia é que quando for feita as elevações o pagamento será retroativo a janeiro, segundo informou o RH da prefeitura. Pois bem professores, na hora de cobrar a entrega dos títulos aos professores, são categóricos! Bom mesmo seria  se tivessem o mesmo empenho para pagar mais este direito. Continuamos no aguardo.

Da assessoria do SSPM

Gaeco prende Paulo Taques e deputado Mauro Savi por esquema de fraude

O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) desencadeou na manhã desta quarta-feira (09), a Operação Bônus, que é a segunda fase da Operação Bereré.

Foram presos na segunda fase da operação, o deputado Mauro Savi, que foi afastado do cargo parlamentar, e o ex-chefe da Casa Civil, o advogado Paulo Taques.

Ao todo, foram expedidos pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, seis mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão.

A investigação apura esquema de desvio de dinheiro público e pagamento de propina, por meio de contrato da empresa EIG Mercados e o Detran.

Os mandados foram cumpridos em Cuiabá, São Paulo e Brasília. As ordens partiram do desembargador José Zuquim Nogueira. 

Dos seis mandados de prisão, cinco já foram cumpridos. Os alvos são: Roque Anildo Reinheimer e Claudemir Pereira dos Santos, vulgo “Grilo”. Todos foram encaminhados ao sistema prisional e deverão passar por exame de corpo de delito e, à tarde, por audiência de custódia.

Os agentes cumpriram o quinto mandado de prisão em Brasília. Foi preso o empresário José Kobori, em Brasília. Os presos estão sendo encaminhados ao Gaeco e, à tarde, passarão por audiência de custódia.

Agentes do Gaeco estão, desde o início da manhã, tentando cumprir o sexto mandado de prisão expedido contra Pedro Jorge Zamar Taques. Irmão do ex-chefe da Casa Civil, o investigado é considerado foragido.

 

Fonte: Gazeta/MT

Sexta-feira é dia de panqueca na lanchonete do SSPM

Hummm… Que bom que chegou a sexta-feira! Este dia tem sido marcado com os pratos deliciosos servidos na lanchonete do sindicato. Hoje à noite tem panqueca à bolonhesa ao preço de apenas R$ 15,00 e para o servidor, fica ainda mais saborosa pois tem desconto em folha!

E vamos conhecer a história da panqueca

As panquecas são muito antigas; surgiram há mais de nove mil anos na França. Acredita-se que a primeira panqueca tenha se originado quando uma mulher derramou, de forma acidental, um pouco do mingau no fogão e percebeu que tal substância cozinhava rapidamente, era de fácil manuseio e possuía um sabor muito agradável.

O hábito de comer panquecas se difundiu rapidamente por toda a Europa. Em função do prato, foram criados diversos festivais de culinária. A partir da década de 20, as panquecas passaram a ser um prato comum em várias partes do mundo. Bon apetit!