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SSPM – Página: 53 – SSPM – Campo Novo do Parecis

Autor SSPM

EMEI Armando Jacinto Brólio homenageia as mães.

A tarde da última sexta-feira (12), foi de homenagem para as mamães dos aluninhos da Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Armando Jacinto Brólio, localizada no bairro Nossa Senhora Aparecida.

A diretora da escola, professora Edwiges Valdete Alves Coleraus, relata que vale à pena todo o trabalho. “Me sinto avó de todos” – conclui sorrindo.

Além das apresentações houve também sorteio de brindes para as mamães dos alunos. E em cada apresentação, elas “babavam” ainda mais nos “filhotes”. “É um sentimento inexplicável. Único… Maravilhoso!” – disse a nutricionista e mãe da pequena Alice de um ano e meio, Franciele G. Marin. E quem disse que só havia mães no evento? Roberto Anderson Kempf – pai de Alice – foi um dos pais presentes. Para Kempf, que é engenheiro agrônomo, os compromissos profissionais, alguns até fora da cidade fazem com que ele passe menos tempo com a filha, portanto cada oportunidade que tem de estar perto, o mesmo não mede esforço. A enfermeira e coordenadora da Vigilância Epidemiológica do município, Giselle Perin e mãe da aluna Geovana Valentina de três anos e meio, não economizou elogios aos professores e equipe: “A gente vê a evolução da criança e o desenvolvimento infantil (…) E os professores fazem um trabalho magnífico… eles estão de parabéns! A dedicação e o zelo que eles têm pelas crianças… e isso é demostrado nesse momento. A formação de um adulto tem muito a ver com a educação dos pais, mas tem muito a ver com a do professor também”. – disse ela.

Lula presta depoimento a Sérgio Moro em Curitiba.

Começou às 14h18 (horário de Brasília) desta quarta-feira (10) o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações da operação Lava Jato na primeira instância. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Justiça Federal de Curitiba, no Paraná. O petista chegou às 13h45 à sede da Justiça – 15 minutos antes do horário previsto para o início da audiência.

A Justiça do Paraná proibiu acampamentos na cidade e também restringiu a circulação de carros e pedestres na região do entorno do prédio.

Manifestantes pró e contra Lula estão na cidade. De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), eles serão separados, para evitar confrontos. Quem quiser realizar manifestações a favor de Lula deverá ficar na Praça Santos Andrade. Já as pessoas contrárias devem permanecer na região do Centro Cívico.

1º interrogatório

É o primeiro depoimento de Lula na presença de Moro e na condição de réu. Neste processo, Lula é acusado de receber R$ 3,7 milhões em propina, de forma dissimulada, da empreiteira OAS. Em troca, ela seria beneficiada em contratos com a Petrobras.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a OAS destinou ao ex-presidente um apartamento triplex, em Guarujá (SP), fez reformas neste mesmo imóvel e também pagou a guarda de bens de Lula em um depósito da transportadora Granero.

A defesa do ex-presidente nega todas as acusações.

Recursos negados

No final da tarde de terça (9), os advogados de Lula entraram com três recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra decisões do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) que havia negado pedidos da defesa para adiar o depoimento.

Nesta quarta, o ministro Félix Fischer negou todos os recursos apresentados pela defesa de Lula. Um deles pedia para suspender por 90 dias o processo para que a defesa tivesse tempo de analisar diversos documentos da Petrobras incluídos no caso.

O outro recurso negado pedia que a defesa pudesse fazer uma gravação própria da audiência desta quarta.

O terceiro pedia que o STJ suspendesse o processo até uma análise definitiva sobre Moro ser ou não suspeito para julgar o caso do ex-presidente.

O processo

O MPF denunciou o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em 14 de setembro 2016. Seis dias depois, a Justiça aceitou a denúncia, e Lula e outras sete pessoas viraram réus. Entre eles, estava a ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em fevereiro deste ano e teve as acusações arquivadas por Moro.

Desde que foi denunciado, Lula tem negado o recebimento de propinas e o favorecimento da OAS na Petrobras. A defesa diz que o MPF não tem provas que sustentem a denúncia.

Segundo advogados, a mulher de Lula tinha uma cota no condomínio do triplex, mas a vendeu quando a OAS assumiu a obra. Eles alegam que Lula e Marisa chegaram a visitar o apartamento citado na denúncia porque planejavam comprá-lo – o que acabou não ocorrendo. A defesa também nega irregularidades no apoio oferecido pela empreiteira para guardar os bens do ex-presidente.

Em novembro do ano passado, o ex-presidente prestou depoimento a Moro por videoconferência como testemunha de defesa do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Fase final

Após o depoimento de Lula, o processo chegará à fase final. O MPF e as defesas poderão pedir as últimas diligências. Caso isso não ocorra, o juiz determinará os prazos para que as partes apresentem as alegações finais.

Em seguida, os autos voltam para Moro, que vai definir a sentença, podendo condenar ou absolver os réus. Não há prazo para que a sentença seja publicada.

Fonte: G1

Recém-eleito, Macron enfrenta primeiro protesto contra reformas em Paris.

Cerca de mil manifestantes foram às ruas do centro de Paris nesta segunda-feira (8) para criticar as políticas liberais do presidente eleito da França, Emmanuel Macron, e alertaram o novo governante para não tocar nas conquistas sociais.

Com cartazes contrários à precarização das relações trabalhistas, a chamada Frente Social, formada por sindicatos e associações, iniciou o protesto às 14h locais (9h em Brasília) na Praça da República da capital. A marcha acabou na Praça da Bastilha.

Os manifestantes criticaram especialmente a reforma trabalhista proposta por Macron, que defende, entre outras coisas, que as jornadas sejam acordadas entre funcionários e empresas, e não em acordos coletivos, como ocorre atualmente no país.

Alguns momentos de tensão entre manifestantes e policiais foram registrados no fim do ato. As autoridades ainda não informaram se houve prisões ou feridos durante o protesto.

Durante a noite e a madrugada de domingo para segunda-feira, logo após a eleição, manifestações terminaram com 141 pessoas presas em Paris.

Há duas semanas, quando os franceses foram às urnas para o primeiro turno das eleições presidenciais, protestos contra Macron e sua adversária no pleito, a líder da extrema direita Marine Le Pen, também terminaram em violência.

Macron, de 39 anos, que será o presidente mais jovem da história da França, obteve 66,1% dos votos contra 33,9% de Le Pen.

Fonte: G1

Sem salário, sem férias, sem descanso: Como tucanos querem oficializar a escravidão no campo.

Passada a aprovação da reforma trabalhista, agora os deputados discutem a alteração das leis para o trabalhador rural. Projeto prevê que salário possa ser substituído por remuneração de “qualquer espécie”, como casa ou comida, que jornada diária seja aumentada para 12 horas e que possa se trabalhar até 18 dias seguidos, sem descanso semanal.

Depois da aprovação da reforma trabalhista – que é avaliada por especialista como um “desmonte” da CLT – deputados federais discutem agora a reforma das leis trabalhistas no âmbito rural. Para não criar ainda mais resistência com a reforma, o relator, Rogério Marinho (PSDB-RN), deixou de fora do projeto recém-aprovado as 192 mudanças reivindicadas pela bancada ruralista. Agora, a reforma trabalhista no âmbito rural será discutida em um outro projeto, de autoria do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), líder da bancada ruralista.

O texto do projeto de Leitão (na foto da capa), praticamente oficializa a escravidão no campo no país. Pela proposta, o salário do trabalhador rural poderá ser substituído por remuneração de “qualquer espécie”, como água e moradia. A mudança afetaria ainda a jornada de trabalho, que poderá ser, caso a proposta seja aprovada, de até 12 horas diárias. Como se não bastasse, o texto retira ainda o repouso semanal e prevê até 18 dias de trabalho seguidos, sem descanso. Para completar, estaria ainda autorizada a venda integral das férias.

“Existe um preconceito muito grande da Justiça do Trabalho com o trabalhador rural”, disse Leitão.

O texto que altera as leis para o trabalhador rural deve começar a ser discutido na Câmara ainda esta semana.

 

Fonte: Revista Fórum

Centrais sindicais podem fazer greve geral de 2 dias e ocupar Brasília.

Em nota conjunta divulgada nesta segunda, entidades e Centrais Sindicais ameaçam novas medidas contra as reformas trabalhista e da Previdência.

As maiores centrais sindicais do país divulgaram, nesta segunda-feira (1º), nota conjunta sinalizando que podem mobilizar nova greve geral, de dois dias, além de uma marcha e ocupação em Brasília contra a aprovação das reformas trabalhista e da Previdência. As informações são do site da revista Veja.

O documento, assinado pela CUT, CTB, CSB, UGT, Força Sindical e Nova Central, é chamado “A greve do 28 de abril continua” e foi lido em diversas manifestações deste 1º de Maio. As centrais sindicais voltarão a se reunir a partir desta terça-feira (2) para definir os próximos passos do movimento.

“Não aceitamos a reforma trabalhista como está. E vamos para a Câmara. E vamos para o governo. Se o governo Temer quiser negociar a partir de amanhã, nós estamos dispostos a negociar. Agora, se não abrir negociação, se não discutir com centrais, se não mudar essa proposta, vamos parar o Brasil novamente”, disse Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical e deputado federal pelo Solidariedade.

SSPM responde com eficiência às declarações duvidosas do prefeito de Campo Novo do Parecis.

Foi um tarde para ficar na memória de cada um. A resposta que o servidor tanto esperava sobre as declarações equivocadas do prefeito Rafael Machado, veio na “categoria” através da coletiva de imprensa realizada na tarde desta quinta-feira dia 27.

Os profissionais da imprensa camponovense e todos que acompanhavam pela a transmissão ao vivo da rádio Super FM – 89.3, puderam registrar toda a verdade dita pela a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Jerusa Pinto Pinheiro, sobre a real despesa com os servidores na folha de pagamento do município. Apenas para relembrar, no início deste mês

, o prefeito na companhia do secretário de finanças do município, sr. Jaime Ott, convocou a imprensa da cidade para fazer um balanço dos cem dias de sua gestão. Dentre os assuntos abordados – na verdade o principal assunto – foi o Plano de Cargos Carreiras e Vencimentos (PCCV) e o seu impacto na folha de pagamento. E quanto pesou na folha o famoso PCCV? Segundo o secretário, sessenta e um por cento (61%). Este número causou muitos dissabores aos servidores municipais… houve um relato inclusive de uma servidora que ouviu de alguém que estava no mesmo supermercado que ela, se a mesma não tinha medo de alguma agressão: “Você não tem medo de apanhar usando está camisa?” – disse a servidora. E sem contar no expressivo número de servidores indignados com tal declaração. Palavras infelizes, utopia total! Através da mesma imprensa u

sada para adulterar os fatos, o sindicato pode da sua resposta embasada em números reais, sem falácias! Quarenta e sete por cento (47%), este é o que de fato o município gasta com o funcionalismo público. Muito aquém do percentual apresentado pelo o nosso secretário de finanças.E segundo a presidente Jerusa, este percentual cairá um pouco mais, pois na medida que a arrecadação da cidade aumenta este percentual logicamente diminuí.

SSPM esclarece informações equivocadas sobre o PCCV.

Na noite desta terça-feira, 25, a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Jerusa Pinto Pinheiro foi convidada pelo o Movimento Nossa Campo Novo. Um movimento que nasceu através do projeto Potencializa da fundação André e Lúcia Maggi onde identificam as potencialidades do município através de todos os setores da sociedade civil. O mesmo é formado pela própria sociedade civil organizada e se reúne regularmente para discussões sobre o desenvolvimento da cidade, acompanhando e participando das políticas públicas de forma geral. Por este motivo, o Movimento tem realizado reuniões com órgãos e entidades na busca de informações no intuito de contribuir com o desenvolvimento de Campo Novo do Parecis. Jerusa pode falar sobre as declarações do prefeito Rafael Machado a respeito dos gastos com funcionalismo público e o impacto gerado com a aprovação do PCCV (Plano de Cargos Carreiras e Vencimentos) na folha de pagamento do munícipio.  O chefe do executivo já havia estado anteriormente em uma reunião ocorrida na sala de conselhos, sede do Movimento. A presidente Jerusa respondeu a todos os questionamentos que lhes foram feitos e aproveitou o momento para desmentir o percentual (61%) apresentado pelo o secretário de finanças Jaime Ott,  em coletiva convocada pelo o prefeito e realizada junto à imprensa há quase 15 dias atrás para fazer um balanço dos 100 dias de governo da atual gestão. O sindicato marcou uma coletiva para amanhã, 27,  às 15h na sede do SSPM onde serão esclarecidos (mais uma vez), tudo sobre o PCCV e o percentual real sobre a folha de pagamento do município. A reportagem do SSPM conversou com Edilaine Rodrigues, mais conhecida como “Dila”, membra do grupo gestor do movimento Nossa Campo Novo.

DSC_0245SSPM: O que os moradores de Campo Novo do Parecis podem esperar do Movimento?

Dila: A sociedade civil pode esperar do Movimento uma maior mobilização na participação das políticas públicas.

SSPM: O Movimento ouviu o prefeito, e agora o Sindicato dos Servidores Públicos. Qual o próximo passo?

Dila: Exato! Nós nos reunimos com o poder executivo para entender a atual situação do município e sobre as ações que a gestão municipal veem realizando, considerando os ruídos causados e que percorrem toda a sociedade, causando impactos negativos de forma geral. Na ocasião foram explanados assuntos sobre o PCCV. E para maiores esclarecimentos e entendimentos dos fatos, o Movimento buscou ouvir também representantes do SSPM e Funsem. E o próximo passo é se reunir novamente para em grupo discutir as ações que iremos desenvolver diante das informações levantadas.

Servidores públicos declaram guerra à reforma da previdência.

A pressão por novas mudanças no relatório da reforma da Previdência vai subir de temperatura ao longo desta semana com a guerra declarada dos servidores. Duas alternativas de mudanças já estão na mesa de negociação para reverter, em parte, o endurecimento da regra de aposentadoria dos servidores públicos, admitem lideranças governistas e até mesmo integrantes do governo que participam diretamente da negociação.

A estratégia do governo é sim atrasar a aposentadoria dos servidores, mas não com um “castigo tão duro” como o que foi colocado no texto apresentado pelo relator Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). Em reação a essas regras, os servidores prometem protestos em Brasília ao longo da semana.

Depois de acordo com a oposição, o adiamento da votação da reforma na comissão especial e no plenário da Câmara abriu um tempo maior de exposição para que novas pressões ganhem corpo, podendo reduzir ainda mais a economia com a reforma, reconhecem líderes da base.

A avaliação nos bastidores é a de que o pior ainda não passou. O relator está tendo de reavaliar a regra de transição de servidores públicos após ter “comprado uma briga” com a categoria. Ele propôs exigir desde já o cumprimento da idade mínima definitiva, de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, para que funcionários públicos possam receber as chamadas integralidade – aposentaria com o maior salário da carreira, ainda que acima do teto do INSS (R$ 5.531,31) – e paridade – reajuste salarial igual ao dos funcionários da ativa.

A trava, que valeria mesmo para quem pudesse se aposentar antes dessas idades pela transição, foi vista com bons olhos pelo governo e por economistas, pois significaria uma economia para as contas públicas. Só que, entre os servidores, o clima é de revolta.

Fonte. O Tempo

Nedilson Maciel dá as boas vindas ao novo Sindicato filiado.

Nedilson Maciel, secretário-geral da CSPM, realizou mais uma importante visita na última quinta (13). Ele foi a Tangará da Serra, no Mato Grosso, no Sindicato dos Servidores. Foi recebido pelo companheiro Eduardo Pereira, presidente da entidade, a qual deu as boas vindas ao grupo de filiados, tanto da CSPM, como também da Fesspmemt (Federação do Mato Grosso) e da Central Pública.

ATUAL SITUAÇÃO – O Sindicato tem passado alguns problemas com a Prefeitura, no sentido de reter a contribuição sindical do trabalhador (não repassar o valor para a entidade representativa) e não permitir o afastamento dos dirigentes sindicais em seus mandatos classistas. Nós da CSPM, de forma unificada e assertiva com os demais órgãos, estaremos propondo a defesa do Sindicato como for preciso.

FALA, NEDILSON – Nedilson afirma: “O presidente Eduardo está bem otimista e se colocou à disposição dos demais Sindicatos para somar na luta em prol dos Servidores do Mato Grosso. Estamos felizes com a chegada de esforços para a nossa luta e com certeza traremos grandes ganhos para o funcionalismo. Vamos começar com um trabalho forte e contínuo para bons avanços e muitas vitórias”.

Fonte: CSPM

Policiais invadem Congresso Nacional em protesto contra reforma da Previdência.

Manifestantes que participavam de protesto de policiais civis de vários estados do País e do Distrito Federal invadiram a Câmara dos Deputados na tarde desta terça-feira (18). Houve confusão e a área foi isolada pela Polícia Legislativa. Funcionários foram retirados de áreas do prédio e a imprensa que estava dentro do Congresso foi mantida no Salão Verde. O protesto, que começou pacífico em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, era contra a proposta de Reforma da Previdência.

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Vidros quebrados na chapelaria do Congresso Nacional após invasão de policiais ao prédio. Taciana Collet/RecordTV

Houve confronto entre a Polícia Legislativa e alguns manifestantes que conseguiram entrar no prédio. Vidros foram quebrados, spray de pimenta e bombas de efeito moral foram jogados. O número de manifestantes que invadiu o Congresso é incerto, mas segundo a Polícia Militar do DF cerca de 3.000 policiais participavam do protesto do lado de fora. Eles entraram pelo chapelaria, entrada no subsolo por onde chegam deputados, senadores, alguns funcionários e todos os visitantes. No Salão Negro, por onde entram as autoridades em solenidades após subirem a rampa externa, a polícia legislativa conseguiu conter os manifestantes.

Após a confusão, parte do grupo dirigiu-se à rampa do Congresso Nacional. Não há informações sobre feridos ou detidos. A segurança nas portarias foi reforçada e a circulação entre o Senado e a Câmara está restrita. Após o tumulto, um grupo de manifestantes entrou para uma reunião com o relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA).

Desde o final da manhã, o grupo formado por cerca de 3 mil policiais 320ad8q6ch43c17226mbo3g45civis, militares, guardas municipais, entre outros profissionais da segurança pública, posicionou-se em frente ao gramado do Congresso Nacional para protestar contra a proposta de reforma da Previdência. O texto original encaminhado pelo governo previa o fim da aposentadoria especial para a categoria.

O protesto foi organizado pela União de Policias do Brasil (UPB), que pretendia protocolar um pedido de retirada dos policiais da proposta de reforma do governo. De acordo com a assessoria da UPB, a entidade congrega 29 entidades de policiais, menos policiais militares. Ainda de acordo com UPB, A convocação do protesto para as 13h desta terça-feira, em frente ao Congresso Nacional foi no ato pelo “Dia de Luta pela Valorização do Profissional de Segurança Pública” e contra a PEC 287/16, a PEC da Previdência. Cinco políciais civis foram detidos pela Polícia Legislativa, mas já foram liberados. Participaram policiais da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Científica e civil do DF, MG, ES, SE e GO.

Fonte: R7