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Notícias – Página: 7 – SSPM – Campo Novo do Parecis

Categoria Notícias

Fim da greve dos professores municipais em Tangará da Serra

Os professores da rede municipal de Tangará da Serra, 242 km de Cuiabá, decidiram voltar ao trabalho nesta sexta-feira (10), após nove dias de paralisação. A principal reinvindicação da categoria era por reajuste salarial.

Os dias que ficaram sem aulas serão repostos, segundo a Secretaria Municipal dê Educação.

Na terça-feira (7), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) determinou a retomada das atividades de forma imediata, no entanto, em uma assembleia realizada no mesmo dia, a categoria decidiu continuar com a paralisação.

O fim da greve só foi possível após o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público Municipal (Sintep) fazer um novo acordo com o prefeito do município, Vander Masson.

A reunião aconteceu na tarde dessa quinta-feira (9), no gabinete do Executivo, entre o prefeito, representantes do sindicato e o secretário de Educação, Vagner Constantino.

O prefeito já havia concordado de pagar o piso nacional de a partir de maio. Agora, o pagamento será retroativo ao mês de janeiro. No entanto, a diferença salarial de janeiro a abril só será depositada na conta dos professores em outubro.

O piso salarial é no valor de R$ 3,8 mil.

A greve

Os professores entraram em greve no dia 1º deste mês. Os trabalhadores alegaram que a prefeitura não estava pagando o piso nacional determinado por lei. O valor do piso é de R$ 3.845. No entanto, eles estavam recebendo R$ 3.392.

Além do reajuste no salário, os profissionais pedem melhor infraestrutura nas escolas do município e qualidade na alimentação escolar.

Fonte: G1-MT

 

Nota de falecimento

O SSPM se compadece na dor da família da Sra. Eleni Teixeira Belai pela irreparável perda e presta condolências aos familiares e amigos enlutados. 

A servidora Eleni foi mais uma vítima que perdeu a batalha para o câncer, ela faleceu ontem, segunda-feira, às 19h no município de Tangará da Serra.

O velório será  nesta terça-feira (17) na capela ecumênica da Univida, neste município a partir das 6h.

Rogamos para que Deus possa confortá-los nesse momento de grande dor, em que as palavras se apequenam e o espírito busca amparo na Fé.

Deputados aprovam projeto que cria piso salarial da enfermagem

A Federação dos Sindicatos de Servidores e Funcionários Públicos das Câmaras de Vereadores, Fundações, Autarquias e Prefeituras Municipais do Estado de Mato Grosso – FESSPMEMT, atenta a toda movimentação envolvendo a categoria do funcionalismo público municipal, publicou em sua página no Facebook,  uma importante notícia para os profissionais de Enfermagem. De acordo com post, a luta destes profissionais está prestes a ter um desfecho positivo dentro do Congresso Nacional. Leia a reportagem a seguir.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4), por 449 votos a 12, a criação do piso salarial de enfermeiros, técnicos de enfermagem e parteiras (PL 2564/20). A proposta deve seguir para sanção presidencial, mas ainda depende de acordo sobre fontes de financiamento.

“Conforme assumido com a enfermagem brasileira, não será na semana que vem que este projeto seguirá para sanção presidencial, mas sim tão logo garantirmos o respectivo financiamento”, disse a relatora da proposta, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC).

A deputada informou que o piso salarial somente irá à sanção presidencial após a votação da PEC 122/15, do Senado, que proíbe a União de criar despesas aos demais entes federativos sem prever a transferência de recursos para o custeio.

Piso aprovado

O projeto aprovado pelos deputados define como salário mínimo inicial para os enfermeiros o valor de R$ 4.750, a ser pago nacionalmente pelos serviços de saúde públicos e privados. Nos demais casos, haverá proporcionalidade: 70% do piso dos enfermeiros para os técnicos de enfermagem; e 50% para os auxiliares de enfermagem e as parteiras.

O texto prevê ainda a atualização monetária anual do piso da categoria com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e assegura a manutenção de salários eventualmente superiores ao valor inicial sugerido, independentemente da jornada de trabalho para a qual o profissional tenha sido contratado.

A votação da proposta foi acompanhada de perto por representantes da categoria, que também participaram pela manhã de uma sessão solene no Plenário em homenagem à Semana Brasileira da Enfermagem.

Carmen Zanotto estimou que a proposta tem impacto de R$ 50 milhões ao ano na União, mas não calculou os gastos dos entes públicos e do setor privado. Ela afirmou que o Congresso vai viabilizar recursos para garantir o piso salarial.

“Já tramitam nas duas Casas diversas propostas que ampliam receitas ou desoneram encargos; além da ampliação de recursos a serem repassados pelo Fundo Nacional de Saúde para reforçar as transferências aos entes federados”, explicou.

Carmen Zanotto destacou que a pandemia de Covid-19 evidenciou ainda mais a importância de valorizar os profissionais de saúde. “A enfermagem, juntamente com outros profissionais de saúde, esteve na linha de frente no combate à transmissão da Covid-19, arriscando a própria a vida, e participa ainda de forma efetiva na vacinação dos brasileiros”, afirmou.

Mobilização

O deputado Bohn Gass (PT-RS) ressaltou que é necessário manter a mobilização dos enfermeiros para garantir que não haja veto do presidente da República. “Esta mobilização precisa continuar para que, votado no dia de hoje, o piso para a enfermagem não tenha por parte de [Jair] Bolsonaro o veto, já que Bolsonaro tem vetado questões importantes”, disse.

O líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), destacou que o governo está empenhado em buscar fontes de financiamento para o piso salarial e que uma opção pode ser a legalização dos jogos de azar no País.

“São R$ 16 bilhões que estão aguardando a fonte de recursos, e nós estamos trabalhando demoradamente e insistentemente na busca de recursos para garantir que as conquistas sejam efetivas”, declarou.

Voto contrário

O projeto teve o voto favorável da ampla maioria da Casa. Apenas o Novo declarou voto contrário. O líder do partido, deputado Tiago Mitraud (MG), criticou a proposta por ter alto impacto orçamentário.

“Este projeto vai acabar com a saúde brasileira porque vamos ver as santas casas fechando, leitos de saúde fechando e os profissionais que hoje estão aqui lutando pelo piso desempregados porque os municípios não conseguirão pagar esse piso”, afirmou.

 

Reportagem – Carol Siqueira

Edição – Pierre Triboli

 

PEC do piso salarial dos agentes comunitários de saúde é aprovada

Outra excelente notícia divulgada no Facebook da Fesspmemt, é a aprovação do Projeto de Emenda Constitucional que visa ampliar o piso nacional dos Agentes Comunitários. Segue o texto abaixo.

O Plenário do Senado aprovou, em sessão semipresencial nesta quarta-feira (4), a proposta de emenda à Constituição (PEC) 9/2022, que trata da política remuneratória e da valorização dos profissionais que exercem atividades de agente comunitário de saúde e de agente de combate às endemias.

Por acordo entre as lideranças, os dois turnos de votação foram cumpridos na mesma sessão. A PEC conseguiu votação unânime, com 71 votos no primeiro turno e 74 no segundo. Para ser aprovada no Senado, uma PEC precisa de no mínimo 49 votos. Agora, o texto segue para promulgação, em sessão especial do Congresso Nacional que ainda será marcada.

A matéria, de iniciativa do deputado Valtenir Pereira (MDB-MT), foi relatada pelo senador Fernando Collor (PTB-AL) e aprovada pela manhã na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Foram 11 anos de tramitação dentro do Congresso Nacional. A votação foi acompanhada por grande mobilização de agentes comunitários, tanto na CCJ quanto no Plenário.

Justiça

Para o senador Collor, a aprovação da PEC é um momento relevante para a história do país. Collor lembrou que foi ele quem sancionou o programa dos agentes comunitários e o Sistema Único de Saúde (SUS), quando foi presidente da República (1990-1992). Ele também agradeceu o apoio dos colegas senadores e destacou o trabalho dos agentes de saúde, que trabalham de sol a sol, em favor da saúde do país.

– Esta sessão é histórica. É um ato de justiça aos agentes comunitários, para que eles tenham a segurança do seu salário, de sua aposentadoria e de seus outros benefícios — declarou Collor.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que é fundamental que o estado brasileiro mantenha esses profissionais em seus postos, com vencimentos justos e com condições adequadas de trabalho. Por isso, acrescentou, a PEC se mostra tão importante. Ele elogiou a dedicação dos cerca de 400 mil agentes que atuam hoje no país e ressaltou que a importância de cada um desses profissionais ficou ainda mais evidente durante a pandemia do coronavírus.

— Muitas vezes, os agentes atuam sem as devidas condições. O Legislativo não pode se omitir no sentido de apoiar esses profissionais — afirmou.

Pacheco passou a condução da votação para o vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). Segundo Pacheco, seria uma homenagem pela contribuição de Veneziano à aprovação da matéria. Veneziano agradeceu a gentileza de Pacheco e disse que a PEC faz justiça aos profissionais que cuidam da saúde de tantos outros brasileiros.

O senador Weverton (PDT-MA) afirmou que a PEC passou por uma caminhada longa, mas exitosa. Ele disse que só no Maranhão são 23 mil agentes comunitários. Para o senador, a PEC representa um passo importante para a consolidação da carreira. Weverton disse que a categoria precisa ser valorizada, “pois vai aonde o estado não chega, em vários rincões do país”.

— O servidor público precisa ser valorizado. Se temos serviço eficiente, temos uma sociedade feliz e bem tratada. Ainda há muitas conquistas por vir — argumentou o senador.

Aplausos

O senador Paulo Paim (PT-RS) agradeceu ao autor e ao relator da PEC e também elogiou a articulação dos colegas senadores pela aprovação da matéria. Ele disse que os agentes comunitários merecem os aplausos de todos os brasileiros. Para Flávio Arns (Podemos-PR), o agente comunitário sabe a história da saúde de cada pessoa, sabendo até o seu nome. Ele disse que a valorização desses profissionais é histórica e importante. Zenaide Maia (Pros-RN) elogiou o trabalho de Collor, na relatoria, e registrou que a PEC é uma homenagem devida aos agentes.

— Esta é uma pauta que edifica, constrói e salva vidas. Parabéns aos agentes de saúde e de endemias — declarou a senadora.

Segundo o senador Izalci Lucas (PSDB-DF), há cerca de mil agentes comunitários no Distrito Federal. Ele apontou, no entanto, que seriam necessários cerca de 5 mil agentes para levar adiante as políticas de saúde do DF. Para Izalci, a PEC é uma forma de reconhecer e valorizar aqueles que atuam pela saúde. Na mesma linha, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) afirmou que a aprovação da PEC é um reconhecimento da importância dos agentes.

Para o senador Humberto Costa (PT-PE), a PEC é uma forma de fazer justiça a esses profissionais, que têm um papel fundamental para a melhoria da saúde da população. Humberto, que foi ministro da Saúde entre 2003 e 2005, pediu a união de todos em favor de mais recursos para a área da saúde. O senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) destacou o entendimento dos senadores em torno da PEC e agradeceu o empenho dos agentes comunitários, que trabalham com aquilo que é mais importante: a vida das pessoas.

— Esta mudança na Constituição é uma manifestação desse respeito e dessa prioridade — comemorou.

Na visão da senadora Simone Tebet (MDB-MS), a PEC é uma forma de o Congresso dialogar com o Brasil profundo. Ela disse que, mais que uma profissão, os agentes exercem um sacerdócio. O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente da CCJ, agradeceu o empenho dos senadores pela aprovação da proposta, classificada por ele como “importantíssima para o Brasil”.

Os senadores Roberto Rocha (PTB-MA), Paulo Rocha (PT-PA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Eliziane Gama (Cidadania-MA), Vanderlan Cardoso (PSD-GO), Jean Paul Prates (PT-RN), Soraya Thronicke (União-MS), Nilda Gondim (MDB-PB) e Cid Gomes (PDT-CE) também destacaram a iniciativa do autor, o papel do relator e a importância das carreiras dos agentes comunitários.

— Esses profissionais são os anjos da guarda da saúde da população mais pobre do país — destacou Cid.

Orçamento e adicional

O texto da PEC prevê um piso salarial nacional de dois salários mínimos (equivalente hoje a R$ 2.424) para a categoria e também prevê adicional de insalubridade e aposentadoria especial, devido aos riscos inerentes às funções desempenhadas. A PEC ainda determina que estados, Distrito Federal e municípios deverão estabelecer outras vantagens, incentivos, auxílios, gratificações e indenizações, a fim de valorizar o trabalho desses profissionais.

A PEC estabelece que os vencimentos dos agentes sejam pagos pela União e que os valores para esse pagamento sejam consignados no Orçamento com dotação própria e específica. Conforme a proposta, os recursos financeiros repassados pela União aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para pagamento do vencimento ou de qualquer outra vantagem dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias não serão objeto de inclusão no cálculo para fins do limite de despesa com pessoal.

Fonte: Agência Senado

 

CPI revela desvios de R$ 3 bi da Previdência de MT em 20 anos

Relatório foi aprovado por unanimidade pela CPI e  deverá ser apreciado na plenária da AL-MT com a presença dos demais deputados estaduais

Foi apresentado no dia 20 de abril na CPI da Previdência Social na Assembleia Legislativa o relatório final que aponta que houve desvio e má gestão sobre o Sistema Previdenciário de Mato Grosso. A afirmação é do relator da CPI, deputado Thiago Silva.

A CPI apurou o histórico de irregularidades nos últimos 20 anos, divididos em 3 períodos que englobaram a criação e extinção de órgãos instituídos para fazer o controle da previdência:

– Da criação a extinção do Ipemat

– Da instituição da Suprev até o MTPrev

– Do MTPrev até os dias atuais

O relatório final que foi apresentado possui mais de 250 páginas e aponta a ingerência por parte de gestores antigos da Previdência Estadual. De acordo com o relator da CPI, deputado Thiago Silva, os recursos que deveriam suprir o pagamento de aposentadorias dos servidores públicos foram utilizados indevidamente em antigos governos.

“Junto da equipe técnica averiguamos que houve sim uma ingerência por parte dos últimos governos e se desviou o foco do que a Previdência deve fazer. Foi usado recurso do fundo sem controle para áreas da saúde e assistência social, mas não era para isso o recurso e sim para garantir a aposentadoria do servidor público. Houve também coisas mais obscuras, como pagamento de despesas médicas sem comprovante nenhum”, afirmou Thiago Silva, que disse ainda acreditar que cerca de R$ 3 bilhões foram desviados da previdência.

Segundo a investigação da CPI, má gestão, controle precário, descumprimento legal e desvio de finalidade são fatores apontados no documento para explicar o déficit previdenciário no Estado.

O relatório foi aprovado por unanimidade pela CPI e na próxima semana deverá ser apreciado na plenária da AL-MT com a presença dos demais deputados estaduais. Após aprovado na plenária da Assembleia, o relatório será encaminhado para os órgãos de controle como Ministério Pública Estadual e Tribunal de Contas para que culpados pelo rombo na previdência possam ser investigados.

Fonte: Olhar Direto

Nota de falecimento

Com muito pesar informamos a perca de nosso amigo e associado ao SSPM, servidor Ivan Luiz Marques. Ivan era motorista de veículos pesados e completaria 20 anos de serviço público prestado no próximo dia 21 de maio. No final da tarde desta quarta-feira (27), ele foi a óbito após sofrer uma descarga elétrica de alta voltagem. Prestamos e registramos nossas condolências e solidariedade aos familiares e amigos. 

Por este motivo, todo o sindicato não funcionará nesta quinta-feira (28), escritório, lanchonete, piscina, quadra esportiva, campo de futebol e academia estarão fechados. Funcionamento normal na sexta-feira (29).

Alerta à categoria: Deputado quer que legislação puna e até demita servidores que fizerem greve!

No auge da campanha salarial deste ano e em meio à greve de algumas categorias, como a dos servidores do Banco Central e do INSS, o deputado federal do Partido Novo, Gilson Marques, de Santa Catarina, apresentou um projeto de lei complementar para regular o direito de greve dos funcionários públicos, previsto pelo artigo 37, Inciso VII da Constituição.

Os servidores federais lutam contra a intransigência do governo Bolsonaro que não quer abrir negociações para repor as perdas salariais da inflação dos anos de 2018 a 2021, que ficou em 19,99%. O projeto do parlamentar da base do governo foi apresentado à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, na última segunda-feira (4/04), mas as comissões que devem receber o PLP 45/2022 ainda não tiveram suas composições e presidências definidas pelo Colégio de Líderes.

O projeto de lei determina o desconto dos dias parados durante a greve e até a possibilidade de demissão por justa causa, no caso de a paralisação ser considerada ilegal. O projeto também prevê que os dias parados não contem para fins de tempo de serviço, estágio probatório, progressão, benefícios, férias ou previdência.

Terceirização

O parlamentar da situação ainda propõe que gestores possam terceirizar temporariamente o serviço para o setor privado, enquanto durar a paralisação de uma determinada categoria.

O direto à greve de servidoras e servidores é garantido constitucionalmente desde 1989.

Fonte: Sisejufe

Nova diretoria do SSPM toma posse para mais um triênio

A noite da última quinta-feira (7) foi especial no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, onde aconteceu a cerimônia de posse da nova diretoria para a gestão 2022/2025.

Com muita singeleza, Jerusa recebeu alguns convidados no espaço conhecido como “cozinha do sindicato”, tomou posse e deu posse à diretoria para mais um triênio.

A eleição aconteceu em março passado, também no dia 7, a chapa 1 liderada pela a presidente reeleita foi vitoriosa sobre a chapa oponente com uma diferença de 218 votos. 

Desejamos aos novos diretores juntamente com a presidência muito sucesso para galgarmos  ainda mais em rumo às conquistas e realizações para a nossa categoria sob a principal direção, Deus!

Nota de falecimento

Com muito pesar informamos o falecimento do servidor João Talismar dos Santos ocorrido nesta quinta-feira (7). O velório será na Capela Municipal nesta mesma data.

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais vem por meio deste oferecer os mais sinceros sentimentos à família enlutada.

 

Servidores recebem o pagamento do Anuênio

O departamento de RH da prefeitura confirmou nesta terça-feira (29), o pagamento do Anuênio para o mês de Março.  Esta remuneração, antes retida pela vigência da LC 173, era para ter sido paga em fevereiro deste ano, porém em razão da antecipação do fechamento da folha de pagamento em fevereiro, por conta do feriado de carnaval, tornou-se inviável o crédito dos valores aos servidores.

Sendo assim, recebemos com muita satisfação esta notícia resultante das reuniões com a secretaria de Administração que já sinalizava a concordância do Executivo Municipal em atender à solicitação do SSPM no tocante ao tempo de efetivo exercício no reenquadrando do servidor em seu nível correto.

Com o percentual de 2% o pagamento do benefício é feito pela tabela do Plano de Carreira e é reajustado anualmente no mês em que o servidor público completa mais 01 (um) de efetividade.

Para simplificar

Todos que tomaram posse até o dia 15 de Abril já receberam os 2% referente ao ano de 2020.

Todos os que foram empossados após 15 de Abril irão receber o pagamento referente aos anos de 2020 e 2021.

O ano de 2022 será pago no mês subsequente ao da posse do funcionário.

Também em relação a 2022, conforme garantido pelo RH o pagamento será com efeitos retroativos dos meses de Janeiro e Fevereiro até o dia 10. Todos (com algumas exceções como por exemplo daqueles  que ainda estão no probatório), receberão.