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SSPM – Página: 8 – SSPM – Campo Novo do Parecis

Autor SSPM

Profissionais da Educação recebem mais uma parcela da Meta 3

A medida é em cumprimento ao Decreto Municipal nº 373/2021 publicado em 1° de dezembro de 2021, e refere-se ao pagamento dos valores devidos à revisão salarial aos Servidores Municipais da Educação.

A secretaria de Educação e o departamento de Recursos Humanos confirmaram na última quarta-feira (22), o pagamento de mais uma parcela do acordo firmado junto ao Executivo em cumprimento da Meta 3 do PME (Plano Municipal da Educação) referente a recuperação da defasagem salarial dos profissionais desta classe. 

O percentual de 3,75% será efetuado no próximo mês assim como aconteceu em fevereiro passado.

O leitor pode clicar AQUI para visualizar a forma de pagamento proposta pelo SSPM ao Executivo Municipal em março de 2021; os pagamentos encerram-se em julho de 2024.

Unimed: Reajuste e carência zero para o mês de Julho

O plano de saúde contrato nº 531.1028 sofrerá um reajuste de 15,50%  no dia primeiro de julho, data de sua celebração, e como é de praxe, sempre que há um reajuste em determinado contrato o mesmo pode ser adquirido com carência zero.

Portanto para o próximo mês o contrato acima referido, de cobertura Estadual e com coparticipação  estará  com zero de carência para novas adesões.

A partir do meio-dia os interessados podem obter mais informações através dos telefones do SSPM: 3382-2807 ou 99978-3141.

Fim da greve dos professores municipais em Tangará da Serra

Os professores da rede municipal de Tangará da Serra, 242 km de Cuiabá, decidiram voltar ao trabalho nesta sexta-feira (10), após nove dias de paralisação. A principal reinvindicação da categoria era por reajuste salarial.

Os dias que ficaram sem aulas serão repostos, segundo a Secretaria Municipal dê Educação.

Na terça-feira (7), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) determinou a retomada das atividades de forma imediata, no entanto, em uma assembleia realizada no mesmo dia, a categoria decidiu continuar com a paralisação.

O fim da greve só foi possível após o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público Municipal (Sintep) fazer um novo acordo com o prefeito do município, Vander Masson.

A reunião aconteceu na tarde dessa quinta-feira (9), no gabinete do Executivo, entre o prefeito, representantes do sindicato e o secretário de Educação, Vagner Constantino.

O prefeito já havia concordado de pagar o piso nacional de a partir de maio. Agora, o pagamento será retroativo ao mês de janeiro. No entanto, a diferença salarial de janeiro a abril só será depositada na conta dos professores em outubro.

O piso salarial é no valor de R$ 3,8 mil.

A greve

Os professores entraram em greve no dia 1º deste mês. Os trabalhadores alegaram que a prefeitura não estava pagando o piso nacional determinado por lei. O valor do piso é de R$ 3.845. No entanto, eles estavam recebendo R$ 3.392.

Além do reajuste no salário, os profissionais pedem melhor infraestrutura nas escolas do município e qualidade na alimentação escolar.

Fonte: G1-MT

 

Nota de falecimento

O SSPM se compadece na dor da família da Sra. Eleni Teixeira Belai pela irreparável perda e presta condolências aos familiares e amigos enlutados. 

A servidora Eleni foi mais uma vítima que perdeu a batalha para o câncer, ela faleceu ontem, segunda-feira, às 19h no município de Tangará da Serra.

O velório será  nesta terça-feira (17) na capela ecumênica da Univida, neste município a partir das 6h.

Rogamos para que Deus possa confortá-los nesse momento de grande dor, em que as palavras se apequenam e o espírito busca amparo na Fé.

Deputados aprovam projeto que cria piso salarial da enfermagem

A Federação dos Sindicatos de Servidores e Funcionários Públicos das Câmaras de Vereadores, Fundações, Autarquias e Prefeituras Municipais do Estado de Mato Grosso – FESSPMEMT, atenta a toda movimentação envolvendo a categoria do funcionalismo público municipal, publicou em sua página no Facebook,  uma importante notícia para os profissionais de Enfermagem. De acordo com post, a luta destes profissionais está prestes a ter um desfecho positivo dentro do Congresso Nacional. Leia a reportagem a seguir.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4), por 449 votos a 12, a criação do piso salarial de enfermeiros, técnicos de enfermagem e parteiras (PL 2564/20). A proposta deve seguir para sanção presidencial, mas ainda depende de acordo sobre fontes de financiamento.

“Conforme assumido com a enfermagem brasileira, não será na semana que vem que este projeto seguirá para sanção presidencial, mas sim tão logo garantirmos o respectivo financiamento”, disse a relatora da proposta, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC).

A deputada informou que o piso salarial somente irá à sanção presidencial após a votação da PEC 122/15, do Senado, que proíbe a União de criar despesas aos demais entes federativos sem prever a transferência de recursos para o custeio.

Piso aprovado

O projeto aprovado pelos deputados define como salário mínimo inicial para os enfermeiros o valor de R$ 4.750, a ser pago nacionalmente pelos serviços de saúde públicos e privados. Nos demais casos, haverá proporcionalidade: 70% do piso dos enfermeiros para os técnicos de enfermagem; e 50% para os auxiliares de enfermagem e as parteiras.

O texto prevê ainda a atualização monetária anual do piso da categoria com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e assegura a manutenção de salários eventualmente superiores ao valor inicial sugerido, independentemente da jornada de trabalho para a qual o profissional tenha sido contratado.

A votação da proposta foi acompanhada de perto por representantes da categoria, que também participaram pela manhã de uma sessão solene no Plenário em homenagem à Semana Brasileira da Enfermagem.

Carmen Zanotto estimou que a proposta tem impacto de R$ 50 milhões ao ano na União, mas não calculou os gastos dos entes públicos e do setor privado. Ela afirmou que o Congresso vai viabilizar recursos para garantir o piso salarial.

“Já tramitam nas duas Casas diversas propostas que ampliam receitas ou desoneram encargos; além da ampliação de recursos a serem repassados pelo Fundo Nacional de Saúde para reforçar as transferências aos entes federados”, explicou.

Carmen Zanotto destacou que a pandemia de Covid-19 evidenciou ainda mais a importância de valorizar os profissionais de saúde. “A enfermagem, juntamente com outros profissionais de saúde, esteve na linha de frente no combate à transmissão da Covid-19, arriscando a própria a vida, e participa ainda de forma efetiva na vacinação dos brasileiros”, afirmou.

Mobilização

O deputado Bohn Gass (PT-RS) ressaltou que é necessário manter a mobilização dos enfermeiros para garantir que não haja veto do presidente da República. “Esta mobilização precisa continuar para que, votado no dia de hoje, o piso para a enfermagem não tenha por parte de [Jair] Bolsonaro o veto, já que Bolsonaro tem vetado questões importantes”, disse.

O líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), destacou que o governo está empenhado em buscar fontes de financiamento para o piso salarial e que uma opção pode ser a legalização dos jogos de azar no País.

“São R$ 16 bilhões que estão aguardando a fonte de recursos, e nós estamos trabalhando demoradamente e insistentemente na busca de recursos para garantir que as conquistas sejam efetivas”, declarou.

Voto contrário

O projeto teve o voto favorável da ampla maioria da Casa. Apenas o Novo declarou voto contrário. O líder do partido, deputado Tiago Mitraud (MG), criticou a proposta por ter alto impacto orçamentário.

“Este projeto vai acabar com a saúde brasileira porque vamos ver as santas casas fechando, leitos de saúde fechando e os profissionais que hoje estão aqui lutando pelo piso desempregados porque os municípios não conseguirão pagar esse piso”, afirmou.

 

Reportagem – Carol Siqueira

Edição – Pierre Triboli

 

PEC do piso salarial dos agentes comunitários de saúde é aprovada

Outra excelente notícia divulgada no Facebook da Fesspmemt, é a aprovação do Projeto de Emenda Constitucional que visa ampliar o piso nacional dos Agentes Comunitários. Segue o texto abaixo.

O Plenário do Senado aprovou, em sessão semipresencial nesta quarta-feira (4), a proposta de emenda à Constituição (PEC) 9/2022, que trata da política remuneratória e da valorização dos profissionais que exercem atividades de agente comunitário de saúde e de agente de combate às endemias.

Por acordo entre as lideranças, os dois turnos de votação foram cumpridos na mesma sessão. A PEC conseguiu votação unânime, com 71 votos no primeiro turno e 74 no segundo. Para ser aprovada no Senado, uma PEC precisa de no mínimo 49 votos. Agora, o texto segue para promulgação, em sessão especial do Congresso Nacional que ainda será marcada.

A matéria, de iniciativa do deputado Valtenir Pereira (MDB-MT), foi relatada pelo senador Fernando Collor (PTB-AL) e aprovada pela manhã na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Foram 11 anos de tramitação dentro do Congresso Nacional. A votação foi acompanhada por grande mobilização de agentes comunitários, tanto na CCJ quanto no Plenário.

Justiça

Para o senador Collor, a aprovação da PEC é um momento relevante para a história do país. Collor lembrou que foi ele quem sancionou o programa dos agentes comunitários e o Sistema Único de Saúde (SUS), quando foi presidente da República (1990-1992). Ele também agradeceu o apoio dos colegas senadores e destacou o trabalho dos agentes de saúde, que trabalham de sol a sol, em favor da saúde do país.

– Esta sessão é histórica. É um ato de justiça aos agentes comunitários, para que eles tenham a segurança do seu salário, de sua aposentadoria e de seus outros benefícios — declarou Collor.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que é fundamental que o estado brasileiro mantenha esses profissionais em seus postos, com vencimentos justos e com condições adequadas de trabalho. Por isso, acrescentou, a PEC se mostra tão importante. Ele elogiou a dedicação dos cerca de 400 mil agentes que atuam hoje no país e ressaltou que a importância de cada um desses profissionais ficou ainda mais evidente durante a pandemia do coronavírus.

— Muitas vezes, os agentes atuam sem as devidas condições. O Legislativo não pode se omitir no sentido de apoiar esses profissionais — afirmou.

Pacheco passou a condução da votação para o vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). Segundo Pacheco, seria uma homenagem pela contribuição de Veneziano à aprovação da matéria. Veneziano agradeceu a gentileza de Pacheco e disse que a PEC faz justiça aos profissionais que cuidam da saúde de tantos outros brasileiros.

O senador Weverton (PDT-MA) afirmou que a PEC passou por uma caminhada longa, mas exitosa. Ele disse que só no Maranhão são 23 mil agentes comunitários. Para o senador, a PEC representa um passo importante para a consolidação da carreira. Weverton disse que a categoria precisa ser valorizada, “pois vai aonde o estado não chega, em vários rincões do país”.

— O servidor público precisa ser valorizado. Se temos serviço eficiente, temos uma sociedade feliz e bem tratada. Ainda há muitas conquistas por vir — argumentou o senador.

Aplausos

O senador Paulo Paim (PT-RS) agradeceu ao autor e ao relator da PEC e também elogiou a articulação dos colegas senadores pela aprovação da matéria. Ele disse que os agentes comunitários merecem os aplausos de todos os brasileiros. Para Flávio Arns (Podemos-PR), o agente comunitário sabe a história da saúde de cada pessoa, sabendo até o seu nome. Ele disse que a valorização desses profissionais é histórica e importante. Zenaide Maia (Pros-RN) elogiou o trabalho de Collor, na relatoria, e registrou que a PEC é uma homenagem devida aos agentes.

— Esta é uma pauta que edifica, constrói e salva vidas. Parabéns aos agentes de saúde e de endemias — declarou a senadora.

Segundo o senador Izalci Lucas (PSDB-DF), há cerca de mil agentes comunitários no Distrito Federal. Ele apontou, no entanto, que seriam necessários cerca de 5 mil agentes para levar adiante as políticas de saúde do DF. Para Izalci, a PEC é uma forma de reconhecer e valorizar aqueles que atuam pela saúde. Na mesma linha, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) afirmou que a aprovação da PEC é um reconhecimento da importância dos agentes.

Para o senador Humberto Costa (PT-PE), a PEC é uma forma de fazer justiça a esses profissionais, que têm um papel fundamental para a melhoria da saúde da população. Humberto, que foi ministro da Saúde entre 2003 e 2005, pediu a união de todos em favor de mais recursos para a área da saúde. O senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) destacou o entendimento dos senadores em torno da PEC e agradeceu o empenho dos agentes comunitários, que trabalham com aquilo que é mais importante: a vida das pessoas.

— Esta mudança na Constituição é uma manifestação desse respeito e dessa prioridade — comemorou.

Na visão da senadora Simone Tebet (MDB-MS), a PEC é uma forma de o Congresso dialogar com o Brasil profundo. Ela disse que, mais que uma profissão, os agentes exercem um sacerdócio. O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente da CCJ, agradeceu o empenho dos senadores pela aprovação da proposta, classificada por ele como “importantíssima para o Brasil”.

Os senadores Roberto Rocha (PTB-MA), Paulo Rocha (PT-PA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Eliziane Gama (Cidadania-MA), Vanderlan Cardoso (PSD-GO), Jean Paul Prates (PT-RN), Soraya Thronicke (União-MS), Nilda Gondim (MDB-PB) e Cid Gomes (PDT-CE) também destacaram a iniciativa do autor, o papel do relator e a importância das carreiras dos agentes comunitários.

— Esses profissionais são os anjos da guarda da saúde da população mais pobre do país — destacou Cid.

Orçamento e adicional

O texto da PEC prevê um piso salarial nacional de dois salários mínimos (equivalente hoje a R$ 2.424) para a categoria e também prevê adicional de insalubridade e aposentadoria especial, devido aos riscos inerentes às funções desempenhadas. A PEC ainda determina que estados, Distrito Federal e municípios deverão estabelecer outras vantagens, incentivos, auxílios, gratificações e indenizações, a fim de valorizar o trabalho desses profissionais.

A PEC estabelece que os vencimentos dos agentes sejam pagos pela União e que os valores para esse pagamento sejam consignados no Orçamento com dotação própria e específica. Conforme a proposta, os recursos financeiros repassados pela União aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para pagamento do vencimento ou de qualquer outra vantagem dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias não serão objeto de inclusão no cálculo para fins do limite de despesa com pessoal.

Fonte: Agência Senado

 

CPI revela desvios de R$ 3 bi da Previdência de MT em 20 anos

Relatório foi aprovado por unanimidade pela CPI e  deverá ser apreciado na plenária da AL-MT com a presença dos demais deputados estaduais

Foi apresentado no dia 20 de abril na CPI da Previdência Social na Assembleia Legislativa o relatório final que aponta que houve desvio e má gestão sobre o Sistema Previdenciário de Mato Grosso. A afirmação é do relator da CPI, deputado Thiago Silva.

A CPI apurou o histórico de irregularidades nos últimos 20 anos, divididos em 3 períodos que englobaram a criação e extinção de órgãos instituídos para fazer o controle da previdência:

– Da criação a extinção do Ipemat

– Da instituição da Suprev até o MTPrev

– Do MTPrev até os dias atuais

O relatório final que foi apresentado possui mais de 250 páginas e aponta a ingerência por parte de gestores antigos da Previdência Estadual. De acordo com o relator da CPI, deputado Thiago Silva, os recursos que deveriam suprir o pagamento de aposentadorias dos servidores públicos foram utilizados indevidamente em antigos governos.

“Junto da equipe técnica averiguamos que houve sim uma ingerência por parte dos últimos governos e se desviou o foco do que a Previdência deve fazer. Foi usado recurso do fundo sem controle para áreas da saúde e assistência social, mas não era para isso o recurso e sim para garantir a aposentadoria do servidor público. Houve também coisas mais obscuras, como pagamento de despesas médicas sem comprovante nenhum”, afirmou Thiago Silva, que disse ainda acreditar que cerca de R$ 3 bilhões foram desviados da previdência.

Segundo a investigação da CPI, má gestão, controle precário, descumprimento legal e desvio de finalidade são fatores apontados no documento para explicar o déficit previdenciário no Estado.

O relatório foi aprovado por unanimidade pela CPI e na próxima semana deverá ser apreciado na plenária da AL-MT com a presença dos demais deputados estaduais. Após aprovado na plenária da Assembleia, o relatório será encaminhado para os órgãos de controle como Ministério Pública Estadual e Tribunal de Contas para que culpados pelo rombo na previdência possam ser investigados.

Fonte: Olhar Direto

Nota de falecimento

Com muito pesar informamos a perca de nosso amigo e associado ao SSPM, servidor Ivan Luiz Marques. Ivan era motorista de veículos pesados e completaria 20 anos de serviço público prestado no próximo dia 21 de maio. No final da tarde desta quarta-feira (27), ele foi a óbito após sofrer uma descarga elétrica de alta voltagem. Prestamos e registramos nossas condolências e solidariedade aos familiares e amigos. 

Por este motivo, todo o sindicato não funcionará nesta quinta-feira (28), escritório, lanchonete, piscina, quadra esportiva, campo de futebol e academia estarão fechados. Funcionamento normal na sexta-feira (29).

Alerta à categoria: Deputado quer que legislação puna e até demita servidores que fizerem greve!

No auge da campanha salarial deste ano e em meio à greve de algumas categorias, como a dos servidores do Banco Central e do INSS, o deputado federal do Partido Novo, Gilson Marques, de Santa Catarina, apresentou um projeto de lei complementar para regular o direito de greve dos funcionários públicos, previsto pelo artigo 37, Inciso VII da Constituição.

Os servidores federais lutam contra a intransigência do governo Bolsonaro que não quer abrir negociações para repor as perdas salariais da inflação dos anos de 2018 a 2021, que ficou em 19,99%. O projeto do parlamentar da base do governo foi apresentado à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, na última segunda-feira (4/04), mas as comissões que devem receber o PLP 45/2022 ainda não tiveram suas composições e presidências definidas pelo Colégio de Líderes.

O projeto de lei determina o desconto dos dias parados durante a greve e até a possibilidade de demissão por justa causa, no caso de a paralisação ser considerada ilegal. O projeto também prevê que os dias parados não contem para fins de tempo de serviço, estágio probatório, progressão, benefícios, férias ou previdência.

Terceirização

O parlamentar da situação ainda propõe que gestores possam terceirizar temporariamente o serviço para o setor privado, enquanto durar a paralisação de uma determinada categoria.

O direto à greve de servidoras e servidores é garantido constitucionalmente desde 1989.

Fonte: Sisejufe

Nova diretoria do SSPM toma posse para mais um triênio

A noite da última quinta-feira (7) foi especial no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, onde aconteceu a cerimônia de posse da nova diretoria para a gestão 2022/2025.

Com muita singeleza, Jerusa recebeu alguns convidados no espaço conhecido como “cozinha do sindicato”, tomou posse e deu posse à diretoria para mais um triênio.

A eleição aconteceu em março passado, também no dia 7, a chapa 1 liderada pela a presidente reeleita foi vitoriosa sobre a chapa oponente com uma diferença de 218 votos. 

Desejamos aos novos diretores juntamente com a presidência muito sucesso para galgarmos  ainda mais em rumo às conquistas e realizações para a nossa categoria sob a principal direção, Deus!